Sobre a importância do município oferecer locais seguros de descarte de lixo e resíduos, ouça Bruno Silva no De Olho na Política
O programa de rádio “De Olho na Política” entrevistou Bruno Silva para discutir o combate à dengue em Ribeirão Preto. A prefeitura encontrou 40 focos de larvas do mosquito Aedes aegypti em um mutirão recente.
Combate à Dengue: Responsabilidade Compartilhada
Bruno Silva destaca a necessidade de uma abordagem multifacetada para combater a dengue. A conscientização da população sobre o descarte correto de lixo e a manutenção de locais que impedem a proliferação do mosquito é crucial. Dados de 2023 mostram um aumento significativo de casos em comparação com 2022, enfatizando a urgência da prevenção. A prefeitura também tem um papel importante na fiscalização de terrenos baldios e áreas abandonadas, além de disponibilizar ecopontos para o descarte adequado de resíduos.
Ações Mais Enérgicas: Fiscalização e Multas
Para complementar as ações preventivas, Bruno defende a aplicação de multas para quem for flagrado descartando lixo irregularmente. Ele argumenta que a falta de fiscalização e punição eficazes contribui para a persistência do problema. A experiência em outras cidades indica que uma postura mais firme do poder público é necessária para mudar comportamentos e garantir o bem-estar coletivo.
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Prevenção e Tecnologia: Um Combate Eficaz
A educação e a conscientização são fundamentais na prevenção da dengue. Ações como visitas domiciliares, campanhas publicitárias e programas educativos nas escolas são importantes para informar a população sobre os riscos e as medidas preventivas. Além disso, o uso de tecnologia, como drones e tablets, pode otimizar a fiscalização e reduzir a resistência da população em permitir a entrada de agentes de saúde. A combinação de ações preventivas, fiscalização rigorosa e uso de tecnologia se mostra como uma estratégia mais eficaz no combate à dengue.
Em resumo, o combate à dengue requer uma ação integrada entre a população e o poder público, combinando educação, fiscalização e tecnologia para garantir a saúde coletiva. A experiência em Ribeirão Preto e em outras cidades demonstra a necessidade de uma abordagem mais enérgica e estratégica para enfrentar o desafio da proliferação do mosquito Aedes aegypti.