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Porteiros de escolas municipais de Ribeirão reclamam de salários atrasados

Profissionais foram contratados por uma empresa terceirizada que não teria feito o repasse; Prefeitura rompeu contrato
salários atrasados
Profissionais foram contratados por uma empresa terceirizada que não teria feito o repasse; Prefeitura rompeu contrato

Profissionais foram contratados por uma empresa terceirizada que não teria feito o repasse; Prefeitura rompeu contrato

Funcionários terceirizados de Ribeirão Preto ficaram sem receber salários

Empresa desaparece após receber repasse da prefeitura

A empresa Columbia Cérvice de Ribeirão Preto, responsável por cerca de 150 porteiros em escolas municipais, deixou de pagar os salários de seus funcionários após receber um repasse de quase R$ 450 mil da prefeitura. O contrato da empresa com a prefeitura, vigente desde janeiro de 2022 e renovado até junho de 2023, totalizava mais de R$ 7 milhões. A dona da empresa desapareceu após o recebimento do pagamento, deixando os funcionários sem recursos.

Funcionários relatam dificuldades e denúncias

A porteira Dara Alves Cardoso, que trabalhava na EMEI Ruiz Corral, relatou à CBN Ribeirão a situação crítica enfrentada pelos funcionários, muitos deles mães de família sem condições de se alimentar. Além da falta de pagamento, os funcionários denunciam que não receberam depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante o ano e três meses em que trabalharam para a empresa. Investigações apontam para a apresentação de comprovantes falsos de pagamento do FGTS pela empresa à Secretaria de Educação.

Prefeitura rescinde contrato e busca solução

A Prefeitura de Ribeirão Preto, após tomar conhecimento da situação, rescindiu o contrato com a Columbia Cérvice e informou que os pagamentos à empresa estavam em dia. A administração municipal ressaltou que não pode repassar os valores diretamente aos trabalhadores sem uma ação judicial. Uma nova licitação para contratação de outra empresa está em andamento e deve ser concluída em dez dias. A Secretaria de Educação afirma ter adotado as providências necessárias para responsabilizar a empresa e já iniciou uma investigação. Os funcionários, por sua vez, buscam apoio jurídico para uma ação coletiva.

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