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Posto de combustíveis autuado na terça (26) é novamente lacrado por irregularidades em Ribeirão

Mais três problemas foram encontrados, entre eles, a entrega de menos combustível aos consumidores do que o indicado na bomba
posto de combustíveis lacrado
Mais três problemas foram encontrados, entre eles, a entrega de menos combustível aos consumidores do que o indicado na bomba

Mais três problemas foram encontrados, entre eles, a entrega de menos combustível aos consumidores do que o indicado na bomba

Posto de Ribeirão Preto é vistoriado novamente após venda de gasolina adulterada

Segunda fiscalização em três dias

Um posto de combustíveis na zona oeste de Ribeirão Preto foi alvo de uma nova vistoria, na quinta-feira, pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Na terça-feira, o mesmo posto já havia sido fiscalizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) por vender gasolina adulterada, com mais do que o dobro do etanol anidro permitido.

Irregularidades encontradas

A fiscalização do Ipem encontrou pelo menos três irregularidades. A mais grave foi que duas bombas estavam entregando menos combustível do que o registrado, lesando o consumidor. Além disso, foi constatado que as bombas tinham lacre adulterado, o que permite acesso ao dispositivo de regulagem e placas eletrônicas – prática proibida. O posto havia sido lacrado pela ANP na terça-feira, mas foi denunciado por ter reaberto.

Multa milionária e posicionamento da Ipiranga

Na terça-feira, o posto recebeu 11 multas da ANP, totalizando mais de R$ 1,5 milhão. As novas irregularidades encontradas pelo Ipem resultarão em multas adicionais. A Ipiranga, bandeira do posto, informou em nota que já solicitou judicialmente a retirada da sua marca do estabelecimento. O proprietário do posto não foi encontrado durante a fiscalização do Ipem e, em contato anterior, disse que se manifestaria apenas judicialmente.

A situação demonstra a necessidade de fiscalizações mais rigorosas para garantir a qualidade dos combustíveis e proteger os consumidores de práticas ilegais e lesivas. O alto preço dos combustíveis, aliado à adulteração, impacta diretamente no bolso da população.

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