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Preço da carne desacelera no país

Segundo o IBGE, a queda foi de 4% desde o começo do ano; arroz e feijão também estão mais baratos
Preço da carne
Segundo o IBGE, a queda foi de 4% desde o começo do ano; arroz e feijão também estão mais baratos

Segundo o IBGE, a queda foi de 4% desde o começo do ano; arroz e feijão também estão mais baratos

Em meio ao ritmo do reggae, uma notícia anima os consumidores brasileiros: o preço da carne, após um período de alta, começa a apresentar uma leve redução. A queda, embora tímida para alguns, representa um alívio para o orçamento doméstico, principalmente após os recentes aumentos no preço do arroz e do feijão.

Preços em queda, mas a pesquisa continua

Apesar da redução, muitos consumidores ainda buscam ofertas e pesquisam bastante antes de comprar. A procura por cortes mais baratos, como o patinho, é grande, enquanto cortes nobres como o contrafilé, embora com preços menores que no final do ano passado, ainda se mantém relativamente altos, girando em torno de R$ 25 a R$ 26 o quilo em alguns estabelecimentos de Ribeirão Preto. A variação no preço da carne bovina em 2023 foi de 30%, na suína 31% e nas aves 22%, mostrando o impacto da alta anterior.

Expectativas para o futuro e o impacto do consumo

Com a redução dos preços em fevereiro, a expectativa é de que a tendência de queda continue nos próximos meses. Supermercadistas relatam conversas com fornecedores e frigoríficos que indicam um ajuste de mercado, com possibilidade de queda ainda maior, principalmente após a segunda quinzena, quando a demanda tende a diminuir. Essa diminuição do consumo, aliada à lei da oferta e da procura, contribui para a redução dos preços. Entretanto, a queda de apenas 4% no preço da carne bovina no início do ano, segundo o IBGE, mostra que o caminho para preços totalmente acessíveis ainda é longo.

A realidade do consumidor

A pesquisa de preços e a escolha por cortes mais baratos continuam sendo a realidade para muitos consumidores. O músculo, por exemplo, uma carne mais em conta, ainda é considerado caro por boa parte da população. A carne de panela e outros cortes de segunda também permanecem com preços elevados, refletindo a dificuldade enfrentada por muitas famílias para equilibrar o orçamento diante dos aumentos registrados no ano passado. A diminuição dos preços, portanto, embora positiva, ainda não é suficiente para atender às expectativas de todos os consumidores.

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