Segundo vice-presidente da Brás Combustíveis, baixa deve acompanhar movimentações da Petrobras
O preço dos combustíveis é um assunto que impacta diretamente o bolso do consumidor brasileiro. Com a retomada econômica e o fim do isolamento social, o trânsito voltou a congestionar as cidades, aumentando a demanda por combustível. Recentemente, houve discussões sobre oscilações nos preços, com divergências entre o que é anunciado pelas distribuidoras e o que é percebido pelos consumidores nas bombas.
Queda nos preços?
De acordo com o vice-presidente da Braço Combustíveis, houve uma queda no preço da gasolina e do diesel praticada pela Petrobras, em torno de 3% e 6%, respectivamente, nas últimas duas semanas. Isso deveria resultar em uma redução de cerca de 20 centavos por litro na bomba. O etanol, que costuma acompanhar a variação da gasolina, também apresentou queda, em função da redução nos preços do petróleo e do dólar. No entanto, essa redução não foi sentida imediatamente por todos os consumidores.
A percepção do consumidor
Motoristas ouvidos pela reportagem relatam experiências distintas. Alguns observaram queda nos preços, enquanto outros afirmam que os valores continuam altos. A variação nos preços parece depender de diversos fatores, incluindo a localização do posto de combustível, a bandeira e a época do abastecimento. Há relatos de preços do etanol variando entre R$ 2,40 e R$ 2,89, e da gasolina entre R$ 3,97 e R$ 4,39, dependendo do local.
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A importância da pesquisa
Diante dessa disparidade de preços, a recomendação é pesquisar antes de abastecer. Comparar valores em diferentes postos, em diferentes bairros e até mesmo em rodovias, pode gerar uma economia significativa. A diferença de preço entre postos pode ser grande, principalmente ao encher o tanque. Em tempos de dificuldades econômicas, a pesquisa de preços se torna uma ferramenta essencial para o consumidor controlar seus gastos com combustível.



