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Preço dos combustíveis segue sem perspectiva de queda

Na região de Ribeirão Preto, a cidade de Sertãozinho foi a que mais sofreu com o aumento dos combustíveis
Preço dos combustíveis
Na região de Ribeirão Preto, a cidade de Sertãozinho foi a que mais sofreu com o aumento dos combustíveis

Na região de Ribeirão Preto, a cidade de Sertãozinho foi a que mais sofreu com o aumento dos combustíveis

Segundo pesquisa do Centro de Pesquisa em Economia Regional (SEPER), os combustíveis seguem com tendência de alta, com reajustes frequentes desde julho de 2017. A política da Petrobras de alinhamento dos preços à cotação internacional do petróleo é a principal causa.

Aumentos Regionais

Entre julho de 2017 e maio de 2018, os maiores aumentos na gasolina foram registrados em São Paulo (21,1%), Sertãozinho (20,2%) e Campinas (17,7%).

Visões Divergentes sobre o Futuro dos Preços

Para o economista Luciano Nakabache, do SEPER, a perspectiva de queda significativa nos preços da gasolina é baixa, a menos que haja redução expressiva no câmbio e no preço do barril de petróleo. Já o presidente da Abicom (Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis), Valdemar de Bortoli Jr., se mostra mais otimista, apontando para uma boa safra de etanol e a consequente estabilização dos preços. Ele acredita em uma tendência de baixa para o álcool anidro, que compõe a gasolina, e, consequentemente, para a gasolina, considerando também o congelamento de preços por 60 dias devido a uma greve recente.

Em Ribeirão Preto, a gasolina varia entre R$ 4,05 e R$ 4,59 (média de R$ 4,35), enquanto o etanol oscila entre R$ 2,25 e R$ 2,96 (média de R$ 2,49).

Apesar das diferentes perspectivas, a expectativa de redução nos preços do etanol e, por consequência, da gasolina, nos próximos dias, gera um certo otimismo.

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