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Preço dos combustíveis seguem altos mesmo após normalização nos abastecimento

Valor reajustado após a paralisação dos caminhoneiros ainda não voltou ao normal; gasolina chega a ser vendida a R$ 4,99
Preço dos combustíveis
Valor reajustado após a paralisação dos caminhoneiros ainda não voltou ao normal; gasolina chega a ser vendida a R$ 4,99

Valor reajustado após a paralisação dos caminhoneiros ainda não voltou ao normal; gasolina chega a ser vendida a R$ 4,99

Após a greve dos caminhoneiros, os preços dos combustíveis em Ribeirão Preto dispararam, causando transtornos aos consumidores. A gasolina, que custava em média R$ 4,16 antes da paralisação, chegou a ser vendida por R$ 4,79 em alguns postos, enquanto o etanol, antes a R$ 2,57, atingiu quase R$ 3,00, mesmo em plena safra da cana.

Preços abusivos e busca por ofertas

Motoristas relatam a dificuldade em encontrar preços mais acessíveis. Larissa Renost afirma ter pesquisado antes de abastecer para evitar pagar valores exorbitantes. Matheus Marcuse critica a falta de justificativa para os preços atuais, considerando-os abusivos e exploratórios. Apesar do abastecimento ter normalizado, a busca por postos com preços menores continua, com alguns oferecendo gasolina a R$ 3,97 e etanol a R$ 2,49.

Aumento no preço do gás de cozinha

A situação não se limita aos combustíveis. O preço do gás de cozinha também subiu significativamente, com botijões sendo vendidos a R$ 190,00 em alguns locais – um aumento considerável em relação aos R$ 80,00 cobrados há duas semanas. Maristela dos Santos relata a dificuldade em conseguir dinheiro para pagar esse valor, demonstrando o impacto nos orçamentos domésticos. O sindicato das distribuidoras de gás afirma que os ministérios trabalham para liberar as cargas e normalizar o abastecimento.

Perspectivas futuras e ações governamentais

O presidente do sindicato das distribuidoras de combustíveis, Valdemar de Bortoli Jr., explica que a alta demanda após a greve e o aumento do preço do etanol nas usinas contribuíram para os preços elevados. Ele espera que a normalização do consumo e a redução de 46 centavos no preço do diesel nas refinarias (com efeito esperado para o consumidor na semana seguinte) levem à queda dos preços. O Procon alerta para o oportunismo de alguns comerciantes e a necessidade de fiscalização para garantir a redução dos preços. A recomendação para os consumidores é pesquisar antes de abastecer para encontrar os melhores preços disponíveis.

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