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Preço dos medicamentos sobe, em média, 14% nos últimos 12 meses

Lideram os índices os antigripais (17%) e analgésicos e antitérmicos (14%); reajuste dos últimos dois anos é de 27%
Preço dos medicamentos
Lideram os índices os antigripais (17%) e analgésicos e antitérmicos (14%); reajuste dos últimos dois anos é de 27%

Lideram os índices os antigripais (17%) e analgésicos e antitérmicos (14%); reajuste dos últimos dois anos é de 27%

O aumento no preço dos medicamentos tem impactado diretamente o orçamento das famílias brasileiras. Nos últimos 12 meses, houve um aumento médio de 14% no valor dos remédios, afetando principalmente aqueles utilizados no dia a dia, como analgésicos e anti-inflamatórios.

Remédios mais afetados

Os anti-inflamatórios registraram o maior aumento, com 17%, seguidos pelos analgésicos e antitérmicos (14%) e antiácidos (15%). O impacto é ainda maior para quem precisa de medicamentos contínuos, forçando um corte em outras áreas do orçamento familiar.

Estratégias para economizar

Diante desse cenário, algumas estratégias podem ajudar a reduzir os custos com medicamentos. A substituição de remédios de marca por genéricos é uma opção viável, já que a eficácia é a mesma, mas o preço é significativamente menor. Comprar medicamentos de uso contínuo com antecedência, antes de um possível novo reajuste, também pode ser uma medida eficaz.

Impacto na saúde

O aumento de preços pode levar à redução no consumo de medicamentos essenciais, impactando diretamente a saúde da população. A falta de acesso a remédios pode ser tão prejudicial quanto a automedicação. A orientação médica e a busca por alternativas mais acessíveis são fundamentais para garantir o tratamento adequado.

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