Mamífero é um dos principais vetores de amplificação do carrapato; aracnídeo é responsável pela transmissão da febre maculosa
A Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto emitiu um alerta sobre a infestação de carrapatos-estrela no campus. O carrapato-estrela é vetor da febre maculosa brasileira, doença que pode ser fatal. A situação gerou preocupação, principalmente após uma infestação semelhante ter fechado o Parque Olhos d’Água na zona sul da cidade em julho.
Locais Infestados e Monitoramento
De acordo com o prefeito do campus, Sérgio Albuquerque, o aumento da presença de carrapatos-estrela tem sido observado principalmente nas proximidades do lago e do córrego Aureano. Isso ocorre devido ao rompimento das cercas que delimitam a área de isolamento das capivaras, hospedeiras do carrapato. A USP monitora a situação mensalmente desde 2011, realizando relatórios que acompanham a incidência dos carrapatos.
Controle e Prevenção
O controle da infestação envolve duas estratégias: o isolamento das capivaras e a aplicação de veneno para eliminar os carrapatos. A estiagem prolongada, no entanto, dificulta o controle, pois os carrapatos buscam locais mais altos e secos. Apesar de um caso suspeito ter sido notificado em julho e posteriormente descartado, a USP reforça a importância da prevenção. A orientação é evitar áreas de risco, como gramados, e procurar atendimento médico caso haja picada.
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Retorno às Aulas e Orientações
Em relação ao retorno às aulas presenciais, a USP seguirá a portaria emitida em agosto, que prevê atividades híbridas a partir de 4 de outubro. Alunos com esquema vacinal completo retornarão presencialmente, enquanto aqueles com vacinação incompleta continuarão no ensino remoto. A USP recomenda que a comunidade universitária evite áreas de risco de infestação e procure atendimento médico caso encontre um carrapato-estrela ou apresente sintomas da febre maculosa. A prevenção é fundamental para evitar a proliferação da doença.



