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Prefeito de Barretos deve ser ouvido na Câmara sobre ‘farra dos holerites’

CPI apura um esquema que teria desviado R$ 11 milhões dos cofres públicos do município
farra dos holerites
CPI apura um esquema que teria desviado R$ 11 milhões dos cofres públicos do município

CPI apura um esquema que teria desviado R$ 11 milhões dos cofres públicos do município

Nesta semana, a CPI que investiga o desvio de mais de Ru0024 11 milhões dos cofres públicos de Barretos, conhecido como “fraude dos olerites”, deve colher novos depoimentos. Um dos depoimentos mais aguardados é o do prefeito Guilherme Diávila, confirmado pelo vereador Carlão do Bascete.

Depoimento do Prefeito

A expectativa é que o prefeito esclareça sua participação ou conhecimento sobre a fraude no sistema financeiro da prefeitura. Segundo o vereador, o prefeito comparecerá como convidado, mas também ouvirá as considerações da CPI, que poderá recomendar medidas e incluirá informações sobre sua colaboração na investigação no relatório final. A principal questão a ser respondida é se o prefeito desconhecia o esquema.

Prisão Domiciliar e Investigações

Outra atualização importante é a concessão de prisão domiciliar pela Justiça de São Paulo à ex-secretária de administração Adriana Ramos Nunes Soprano, considerada líder do esquema. Presa em 10 de [mês], juntamente com seu marido, na operação “Partilha” do Gaeco e Polícia Civil, Adriana teve o benefício concedido após investigações apontarem que o casal poderia estar se desfazendo de bens adquiridos com dinheiro desviado. Vários bens de luxo foram apreendidos em sua residência em Barretos. As investigações continuam e outras pessoas envolvidas estão sendo investigadas, com o objetivo de responsabilizar todos os participantes e beneficiários do esquema.

Desdobramentos e Reintegração de Servidores

Em janeiro, o prefeito afastou 105 servidores por suspeita de envolvimento no esquema, número que chegou a 113 com a investigação interna. Entretanto, na semana passada, o TJ determinou a reintegração de 15 servidores, considerando o afastamento abusivo e o impacto na subsistência de suas famílias. As investigações do Gaeco e Ministério Público prosseguirão até que todas as responsabilidades sejam apuradas.

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