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Prefeito de Franca pede ampliação de leitos de UTI ao governo de SP

De acordo com Gilson Souza, 67% dos pacientes internados pelo SUS são de cidades vizinhas
leitos de UTI
De acordo com Gilson Souza, 67% dos pacientes internados pelo SUS são de cidades vizinhas

De acordo com Gilson Souza, 67% dos pacientes internados pelo SUS são de cidades vizinhas

Prefeitos da região de Franca se unem em busca de mais leitos de UTI

Reforço na capacidade hospitalar

O prefeito de Franca, Gilson de Souza, reuniu-se ontem com 22 prefeitos da Diretoria Regional de Saúde 8 para intensificar os pedidos de ampliação da capacidade hospitalar pública ao governo de São Paulo. A preocupação central é a alta demanda por leitos de UTI, especialmente para pacientes com Covid-19.

Região em situação crítica

A região de Franca apresenta a menor oferta de leitos de UTI para cada 100 mil habitantes em todo o estado de São Paulo, com apenas 8,2 leitos. Dados da prefeitura de Franca apontam que 67% dos pacientes internados em leitos de UTI pelo SUS em hospitais da região são moradores de cidades vizinhas. A taxa de ocupação de leitos de UTI na região chegou a 84% ontem, com a Santa Casa de Franca com lotação máxima (20 leitos ocupados).

Ações em conjunto

Para enfrentar a crise, o comitê de prefeitos decidiu se reunir com mais frequência (4 a 5 vezes por semana) para cobrar ações do governo estadual e articular soluções em conjunto com instituições como a Santa Casa de São Joaquim da Barra, Ampriá, Tuverá, Garapá e Morungaba. O objetivo é aumentar a taxa de ocupação de leitos de UTI na região. O governo do estado informou que enviou 45 novos respiradores para a região, e que a taxa geral de ocupação de leitos de enfermaria é de 38,7%, enquanto nos leitos de UTI reservados para Covid-19 é de 84,1%. Apesar disso, a DRS de Franca afirma não ter recebido pedido oficial dos municípios, mas se coloca à disposição para auxiliar no enfrentamento da pandemia.

A situação exige ações rápidas e coordenadas entre os municípios e o governo estadual para garantir o atendimento adequado à população. O aumento de 20% nas internações na última semana, segundo o governo estadual, colocou as 22 cidades da região na fase vermelha do Plano São Paulo, reforçando a urgência da situação.

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