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Prefeito de Pitangueiras afirma que a Santa Casa se negou a assinar acordo para repasse ao Pronto Atendimento

De acordo com Marco Aurélio Soriano, uma UPA foi criada com o dinheiro que seria aportado na Santa Casa
repense Pronto Atendimento
De acordo com Marco Aurélio Soriano, uma UPA foi criada com o dinheiro que seria aportado na Santa Casa

De acordo com Marco Aurélio Soriano, uma UPA foi criada com o dinheiro que seria aportado na Santa Casa

Pitangueiras enfrenta grave crise no atendimento a pacientes com Covid-19 devido a um impasse entre a Prefeitura e a Santa Casa. A falta de acordo tem deixado pacientes sem leitos, situação agravada pelo fechamento do pronto atendimento.

Impasse entre Prefeitura e Santa Casa

A Prefeitura afirma realizar repasses mensais à Santa Casa, que alega insuficiência de recursos para ampliar o atendimento. Recentemente, um paciente precisou ser transferido para São Paulo por falta de vagas na cidade, evidenciando a gravidade da situação. Protestos em frente à Santa Casa e à Prefeitura demonstram a insatisfação da população.

Recursos e Atendimento

O prefeito Marco Aurélio Soriano explicou que a cidade conta com um BIP (Unidade de Pronto Atendimento) que atende cerca de 100 pacientes com Covid-19 diariamente, além de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) também destinada ao atendimento de casos da doença. Entretanto, a falta de leitos de internação na Santa Casa representa um gargalo significativo. O prefeito afirma que a UPA foi montada com recursos que antes eram destinados ao pronto-socorro da Santa Casa, após esta se recusar a assinar o contrato. Apesar dos repasses mensais, a Santa Casa alega não receber os valores necessários. A Prefeitura investiu quase 900 mil reais na Santa Casa até março, englobando pronto-socorro, retaguarda, exames e internações.

Busca por Solução

A Prefeitura busca resolver o impasse com a Santa Casa, inclusive com o apoio da DRS (Diretoria Regional de Saúde). A gestão da Santa Casa é questionada pela Prefeitura, e o prefeito menciona a possibilidade de intervenção. Um dos pontos de conflito é a proibição do pagamento de familiares de funcionários da Santa Casa com recursos públicos. A situação é complexa e envolve a falta de leitos, a regulação estadual de vagas e a utilização de recursos de combate à Covid-19, dos quais 60% foram destinados à saúde. A busca por uma solução envolve negociações com a DRS e o Ministério Público, com o objetivo de garantir o atendimento adequado à população de Pitangueiras.

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