Executivo anunciou reformas viárias nas avenidas Brasil, Mogiana e Thomaz Alberto Whately, na Zona Norte da cidade
Em entrevista à CBN, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, detalhou as obras de mobilidade urbana em andamento na cidade. Os projetos, que somam milhões em investimentos, visam melhorar o fluxo de veículos e a segurança viária.
Novos Viadutos e Melhorias Viárias
Duas intervenções importantes estão em processo de licitação: um viaduto na Avenida Brasil sobre a Avenida Mogeana e outro na Avenida Brasil sobre a Avenida Tomás Alberto. As obras também incluem a ampliação de uma ponte sobre a linha férrea. O objetivo é otimizar o corredor norte-sul, reduzindo pontos críticos de congestionamento e melhorando a fluidez do trânsito.
Outras Obras e Projetos
Além dos viadutos, o prefeito mencionou outras obras em andamento, como a intervenção na Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, o prolongamento da Avenida Ginarris e a duplicação de vias no Jardim das Mansões. Também foram citados os 70 quilômetros de recapeamento e pavimentação já concluídos, além de 57 quilômetros adicionais em licitação. A integração da Avenida Antônia Munhato Marinseck com a Rodovia Anhanguera depende da aprovação final da Artesp, com previsão de início das obras em setembro.
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Financiamentos e Prazos
O prefeito esclareceu os prazos de pagamento dos financiamentos, que variam de oito a doze anos, dependendo da linha de crédito. Ele destacou a capacidade de pagamento da prefeitura, mencionando o pagamento de dívidas anteriores e a crescente liquidez do município. Os prazos das obras variam de 14 a 24 meses, dependendo da complexidade de cada projeto. Apesar dos atrasos em algumas obras, o prefeito enfatizou a importância de realizá-las para atender às necessidades da população, que aguardava essas melhorias há décadas.
Duarte Nogueira finalizou a entrevista anunciando a publicação da carta consulta para um programa de redução de perdas na água, com investimentos de R$ 121 milhões para melhorar o abastecimento da cidade. A meta é que 100% das torneiras sejam abastecidas por gravidade nos próximos dois anos, reduzindo desperdícios e consumo de energia.



