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Prefeito e secretário da saúde negam irregularidades na locação de ambulâncias em Ribeirão

Polícia Federal apreendeu documentos em investigação sobre aluguel de ambulâncias, avaliado em R$ 1,1 mi
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Polícia Federal apreendeu documentos em investigação sobre aluguel de ambulâncias, avaliado em R$ 1,1 mi

Polícia Federal apreendeu documentos em investigação sobre aluguel de ambulâncias, avaliado em R$ 1,1 mi

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) investigam um contrato de R$ 1.100.000,00 para o aluguel de quatro ambulâncias em Ribeirão do Arte, município administrado pelo prefeito Nogueira. A prefeitura justifica a dispensa de licitação alegando urgência no atendimento de pacientes com Covid-19.

Investigação em Andamento

A operação da PF apreendeu documentos e computadores na Secretaria de Administração, na sede da SOS Assistência Médica Familiar (empresa que alugou as ambulâncias) e na casa de um dos sócios da empresa. O foco da investigação é o processo de tomada de preços e a dispensa de licitação para o contrato de quatro meses.

Justificativas da Prefeitura

O prefeito Nogueira afirmou em coletiva de imprensa que está colaborando com as investigações e que tem a consciência tranquila. Já o secretário de Saúde, Sandro Scarpelini, explicou que a decisão de reforçar o SAMU com ambulâncias terceirizadas se deu pela impossibilidade de montar uma equipe própria, considerando o afastamento de mais de 500 funcionários da prefeitura e a falta de 20 funcionários no SAMU. Scarpelini alegou que a terceirização foi a solução mais barata e eficiente para garantir a qualidade do serviço.

Esclarecimentos sobre Viaturas e Relações Pessoais

Sobre as 13 ambulâncias paradas no estacionamento do SAMU, Scarpelini disse que a maioria é sucata. Ele também abordou as questionamentos sobre sua relação com a SOS Assistência Médica Familiar, afirmando que sua ex-mulher foi sócia da empresa entre 2003 e 2004, período em que ele prestou serviços de consultoria. O secretário garante que não há mais nenhum tipo de contato com a empresa atualmente. A Câmara Municipal também instaurou uma CPI para investigar o caso.

As investigações estão em andamento, e a população aguarda esclarecimentos sobre a legalidade do contrato e a gestão dos recursos públicos.

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