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Prefeitura ainda analisa se rescinde contrato com a Construtora Prime

Empresa venceu a licitação para duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek; obra chegou a ficar cinco meses parada
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Empresa venceu a licitação para duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek; obra chegou a ficar cinco meses parada

Empresa venceu a licitação para duplicação da Avenida Antônia Mugnatto Marincek; obra chegou a ficar cinco meses parada

A construtora Prime tem até segunda-feira para apresentar sua defesa sobre os atrasos na duplicação da Avenida Antônia Muinhato Marinseque em Ribeirão Preto. Caso a justificativa não seja considerada satisfatória pela prefeitura, o contrato poderá ser rescindido.

Obras Paralisadas e Atrasos

Desde o início das obras em junho do ano passado, o projeto ficou parado por cinco meses. A prefeitura afirma que apenas 7% da obra foi concluída, e a previsão de término é em dois anos, com um custo orçado em R$ 36 milhões. A Associação dos Moradores do Ribeirão Verde expressa preocupação com o prolongamento dos prazos e as consequências para a população.

Impasse e Possíveis Consequências

O rompimento do contrato levaria o caso à justiça, o que, segundo Luiz Antônio França, presidente da associação de moradores, pode atrasar ainda mais a conclusão da obra. A Prime atribui parte dos problemas à prefeitura, alegando atrasos na desapropriação de terrenos e na remoção de postes de iluminação. A prefeitura, por sua vez, afirma que a empresa poderia trabalhar em um trecho específico entre a Rua Anguera e uma igreja.

Opiniões Divergentes e Falta de Comunicação

Há divergências quanto à responsabilidade pelos atrasos. A Prime afirma que não pode ser penalizada por problemas causados pela administração municipal, enquanto a prefeitura não se manifestou oficialmente sobre as acusações. A falta de comunicação entre as partes e a possibilidade de litígio judicial geram incertezas sobre o futuro da obra. A CBN Ribeirão Preto tentou contato com o secretário de infraestrutura, Pedro Luiz Pegoraro, mas não obteve retorno. A obra afeta diretamente cerca de 40 a 45 mil moradores, além dos inúmeros trabalhadores e pessoas que transitam pela via diariamente.

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