Vínculo com duas empresas foram cancelados por problemas em quatro das 30 obras viárias que estão sendo realizadas
A Prefeitura de Ribeirão Preto rescindiu contratos com empresas responsáveis por quatro obras do programa Ribeirão Mobilidade, o que pode causar atrasos de até 120 dias na conclusão dos túneis, viadutos e corredores de ônibus.
Obras Paralisadas e Rescisões Contratuais
Segundo a prefeitura, as construtoras Arsolo e Coesíngiaria não cumpriram as cláusulas contratuais, apesar de notificações. A Coesíngiaria, responsável por obras na Avenida Dom Pedro I e Avenida Saudade, executou apenas 50% do trabalho. A Comper Sol, embora inicialmente cumprisse o cronograma, enfrentou problemas devido à alta dos preços de insumos, levando à rescisão do contrato para as obras nos viadutos Brasil com Tomás Alberto e Brasil com Mogiana, e o túnel na Presidente Vargas com Avenida Independência.
Próximos Passos e Possíveis Atrasos
Para concluir as obras, a prefeitura convocará empresas do certame anterior. Se nenhuma aceitar, um novo processo licitatório será aberto, o que pode levar cerca de 120 dias. A primeira etapa, de convocar as empresas, deve durar aproximadamente 30 dias.
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Impacto e Obras Concluídas
O programa Ribeirão Mobilidade, com investimento de R$ 500 milhões, prevê a construção de 11 corredores de ônibus, 513 km de vias com novas faixas, além de pontes, túneis e viadutos. Apesar dos atrasos, várias obras já foram entregues, incluindo quatro pontes na região central e outras melhorias viárias. A duplicação da Avenida Adelmo Pediza, concluída recentemente, é um exemplo de obra finalizada.



