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Prefeitura assina ordem de serviço para iniciar obras de revitalização dos Museus Histórico e do Café

Serviço tem prazo de duração de até 15 meses e vai custas R$ 4.8 milhões; no total, 24 empresas participaram da licitação
Prefeitura assina ordem de serviço
Serviço tem prazo de duração de até 15 meses e vai custas R$ 4.8 milhões; no total, 24 empresas participaram da licitação

Serviço tem prazo de duração de até 15 meses e vai custas R$ 4.8 milhões; no total, 24 empresas participaram da licitação

A prefeitura de Ribeirão Preto assinou hoje a ordem de serviço que marca o início das obras da reserva técnica do Complexo dos Museus Histórico e do Café, etapa considerada essencial para que a reforma dos dois equipamentos culturais saia do papel. A cerimônia ocorreu no estande da prefeitura e contou com a presença de representantes da Secretaria de Cultura e do Turismo.

Assinatura, cronograma e responsáveis

Segundo a Secretaria de Cultura e do Turismo, a construtora responsável pela obra será a GG Ribeirão Construções, dirigida pelo engenheiro civil Gabriel Grifo. A previsão é de que os trabalhos comecem na segunda quinzena deste mês, com a equipe técnica já mobilizada para a terraplenagem e demais serviços iniciais; a estimativa de entrega é em atrássto do ano seguinte.

De acordo com a administração, a intervenção começa pela fundação e pela estrutura de concreto armado. A expectativa é ter a equipe atuando no terreno em até dez dias após a assinatura. Paralelamente, a prefeitura finaliza o inventário e a catalogação do acervo para que, assim que o prédio estiver pronto, seja feita a transferência das peças.

O que prevê a reserva técnica

A reserva técnica será construída atrás da Casa do Colono, com área total aproximada de 1,2 mil metros quadrados distribuída em três pavimentos. O projeto foi elaborado para que a nova edificação não ultrapasse a altura do atual Museu do Café. O espaço servirá para abrigar e preservar o acervo — composto por mais de seis mil peças — enquanto avançam as próximas etapas de restauração dos casarões históricos que integram o complexo.

Licitação e economia comprovada

O processo licitatório seguiu os parâmetros da nova lei de licitações e contratos administrativos. O orçamento máximo estimado inicialmente era de R$ 6,02 milhões; entretanto, a concorrência eletrônica resultou em uma proposta vencedora de R$ 4,8 milhões, o que representa uma economia de cerca de 19% em relação ao teto orçamentário. A secretaria atribuiu a redução do custo ao rigor técnico da equipe de engenharia e arquitetura e ao escopo bem definido do projeto.

Segundo a prefeitura, após a conclusão da reserva técnica e a transferência do acervo, será aberta a licitação para a restauração completa dos imóveis históricos, processo que deverá ser acompanhado pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural.

A mobilização administrativa e técnica avança para garantir que a primeira etapa da obra aconteça dentro do prazo previsto, permitindo que o restauro do conjunto também possa começar em seguida.

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