Oferta caiu de cinco para quatro leitos; Prefeito lamenta a falta de insumos no mercado e o preço inflacionado das medicações
São Joaquim da Barra e Igarapava, cidades paulistas, enfrentam realidades distintas no que tange à saúde pública. Enquanto uma enfrenta dificuldades, a outra se vê obrigada a fechar leitos de UTI devido ao alto custo de medicamentos.
Igarapava: Leitos de UTI Fechados Devido à Crise de Medicamentos
Em Igarapava, a prefeitura foi forçada a reduzir o número de leitos de UTI de cinco para quatro. O prefeito José Ricardo Rodrigues Matar utilizou as redes sociais para comunicar à população a dificuldade em adquirir medicamentos devido aos preços abusivos praticados no mercado. A prefeitura já acionou o Procon, o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Estado para buscar soluções para a crise.
Situação Crítica em Diversas Cidades Paulistas
A situação de Igarapava reflete um problema mais amplo no estado de São Paulo. Como reportado pelo Jornal da CBN, o aumento significativo no custo de medicamentos e a falta de insumos afetam diversos hospitais. A reportagem cita o Hospital de Amor em Barretos, que cancelou atendimentos ambulatoriais e hospitalares até, pelo menos, 4 de abril devido à falta de insumos e profissionais.
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A Crise e o Impacto na Saúde Pública
A redução de leitos em Igarapava, inicialmente amparada por dez leitos de UTI do governo paulista durante a pandemia, demonstra a fragilidade do sistema de saúde diante da alta dos preços de medicamentos e da escassez de insumos. A situação exige medidas urgentes por parte dos governos estadual e federal para garantir o acesso da população a um atendimento médico adequado.


