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Prefeitura de Ribeirão garante que vai analisar a demanda dos empresários de bares e restaurantes

Centenas de comerciantes protestaram, nesta quinta-feira (4), contra o fechamento dos estabelecimentos
bares e restaurantes
Centenas de comerciantes protestaram, nesta quinta-feira (4), contra o fechamento dos estabelecimentos

Centenas de comerciantes protestaram, nesta quinta-feira (4), contra o fechamento dos estabelecimentos

A pandemia de COVID-19 trouxe desafios inúmeros para diversos setores da economia, e o ramo de bares e restaurantes em Ribeirão Preto não é exceção. Com o avanço da doença e a necessidade de medidas restritivas, muitos estabelecimentos enfrentam dificuldades para se manterem abertos, levando a protestos e reivindicações por apoio governamental.

Fechamento em Massa e Protestos

De acordo com estimativas da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), cerca de 60% dos estabelecimentos em Ribeirão Preto foram obrigados a fechar as portas devido às restrições impostas pela fase vermelha do Plano São Paulo. A situação gerou manifestações públicas, com empresários protestando nas ruas da cidade e buscando diálogo com a Prefeitura. Os comerciantes reivindicam a permissão para funcionar, mesmo na fase vermelha, seguindo rigorosamente as normas sanitárias, além de auxílio financeiro para mitigar as perdas.

Impacto Econômico e Social

O fechamento de bares e restaurantes tem consequências devastadoras. Um exemplo disso é o caso de Tiago Hayashida, dono de quatro restaurantes japoneses, que foi obrigado a fechar um deles e demitir 45 funcionários devido às restrições. A situação se agrava com a instabilidade das fases do Plano São Paulo, dificultando o planejamento e a manutenção dos empregos. A alta taxa de ocupação de leitos de UTI na região (74% a 75% em Ribeirão Preto e 85,5% em Franca) contribui para a manutenção das restrições, gerando ainda mais pressão sobre os empresários.

Reivindicações e Futuro Incerto

Entre as principais reivindicações dos empresários estão a isenção do IPTU 2021, aumento no número de leitos de UTI em hospitais públicos e privados, e maior acesso ao Programa Nacional de Apoio às micro e pequenas empresas. Apesar de a Prefeitura afirmar ter recebido os manifestantes e que as reivindicações serão analisadas pelo Comitê Municipal de Contingência Covid-19, ainda não há medidas concretas anunciadas. A incerteza quanto ao futuro e a falta de apoio geram desesperança entre os comerciantes, que temem o fechamento definitivo de seus negócios e o aumento do desemprego na região.

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