Mesmo sem registros de casos na cidade em 2017, aparecimento da doença em São Paulo causa preocupação
Ribeirão Preto Livre de Febre Amarela em 2017
Apesar do registro de mais de 160 amostras de macacos mortos enviadas para análise em 2017, Ribeirão Preto não confirmou nenhum caso de febre amarela no ano. A alta cobertura vacinal, próxima a 96 mil doses aplicadas (quase 100% do público-alvo), contribuiu significativamente para esse resultado. Mesmo assim, a Secretaria de Saúde manteve o alerta, principalmente devido ao período de férias e ao aumento da população com a chegada de estudantes.
Vigilância e Prevenção
A Secretaria de Saúde reforça a importância da vacinação para moradores e visitantes. A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento, Luzia Márcia Romanhola Passos, destaca a preocupação com pessoas que podem não estar vacinadas, como recém-chegados à cidade. A pasta acompanha casos importados da doença e monitora a situação em outras regiões, como Minas Gerais, que apresenta alto risco de contaminação em 21 cidades. Em São Paulo, foram registrados 29 casos confirmados e 13 óbitos desde janeiro do ano anterior. Apesar da alta imunização, a vigilância continua, com monitoramento de espaços públicos e privados e coleta de macacos mortos para análise.
Recomendações e Contatos
A Secretaria orienta a população a notificar a divisão de Vigilância Ambiental (telefones 3628-2515 ou 3626-6596) sobre a localização de macacos mortos. Quem não se vacinou ou não tem certeza sobre sua imunização deve procurar uma unidade de saúde. Embora não haja casos confirmados em 2017, a experiência de um caso em 2016 e a situação em outras regiões reforçam a necessidade de manter a atenção e a prevenção.
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A Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto mantém seu trabalho de vigilância e prevenção, garantindo a saúde da população e respondendo prontamente a eventuais ocorrências. A conscientização da população sobre a importância da vacinação e a notificação de casos suspeitos são fundamentais para a manutenção da situação favorável da cidade em relação à febre amarela.



