Estudo preliminar indica que a água não é potável; moradores da rua Vereador José Bompani relatam mau cheiro vindo do local
Moradores do Jardim José Sampaio, na zona norte de Ribeirão Preto, enfrentam um problema ambiental preocupante: o acúmulo de lixo em uma área de preservação ambiental às margens de um córrego, e o surgimento misterioso de uma lagoa na região.
Lixo e Descaso Ambiental
Uma área verde de 500 metros, localizada entre a Avenida Luiz Galvão César e a Rua América Volta, sofre com o descarte irregular de lixo. A situação se agrava com o aparecimento de uma lagoa há cerca de um ano, cuja origem é desconhecida. A água não seca, e a suspeita de contaminação, inclusive por esgoto, preocupa os moradores. Ronaldo Marx, carteiro e morador da região, relata diversas reclamações feitas à prefeitura sem sucesso, denunciando o abandono da área e o risco de acidentes, como deslizamentos e afogamentos.
A Lagoa Misteriosa
A origem da lagoa permanece um mistério. Embora a prefeitura afirme ter realizado estudos em parceria com a SAERPE e a Secretaria de Meio Ambiente, concluindo que a água não é potável, novas amostras estão sendo coletadas para análise. A reportagem apurou que, embora não haja odor constante, moradores relatam a presença de mau cheiro em determinados horários, levantando a hipótese de vazamento de esgoto próximo a um emissário da SAERPE. Até o momento, a SAERPE não se pronunciou sobre o caso.
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Preocupação com a Saúde Pública e o Meio Ambiente
A situação exige uma solução urgente. O acúmulo de lixo na área de preservação ambiental, aliado à presença da lagoa de origem desconhecida e à possibilidade de contaminação por esgoto, representam riscos significativos à saúde pública e ao meio ambiente. A falta de respostas efetivas por parte das autoridades preocupa os moradores, que temem por uma tragédia ambiental e pedem providências imediatas.



