Terreno foi cedido em forma de comodato para a Recra e não poderia ter sido negociado desta forma; Bruno Silva comenta
A mudança da sede do Sesc Recreativo, comemorada no ano passado na Feira do Livro, tornou-se um imbróglio político. A prefeitura alega que o terreno, cedido em comodato na década de 60, não poderia ter sido negociado e que a área é de interesse social, com investimentos públicos e benfeitorias históricas.
O Embróglio da Negociação
A controvérsia não reside na negociação em si, mas na alegação da prefeitura de que o terreno lhe pertence devido ao comodato. O Sesc, por sua vez, argumenta que o terreno é essencial para a nova unidade e que cumpre uma função social importante, oferecendo atividades culturais e esportivas acessíveis à população.
Interesses em Conflitos
A prefeitura, sentindo-se lesada, busca uma negociação para compensar a perda do terreno. O Sesc, que já havia iniciado o planejamento da nova sede, inclusive com concurso de arquitetura, enfrenta atrasos devido à indefinição. Uma proposta de permuta do terreno por um prédio do Sesc em outra localização foi apresentada, mas a disparidade de valores inviabilizou a troca.
Leia também
Possíveis Soluções e Reflexões
A resolução do conflito requer diálogo e boa vontade de ambas as partes. A prioridade deve ser o bem-estar da população e a utilização da área para atividades de interesse social. A demora da prefeitura em questionar a negociação levanta questionamentos sobre os interesses por trás da ação atual. A solução ideal seria encontrar um acordo que permita ao Sesc prosseguir com seu projeto, beneficiando a comunidade com suas atividades culturais e esportivas.