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Prefeitura de Ribeirão Preto rompe contrato com a construtora Prime

Empresa responsável pela duplicação da Av. Antônia Mugnatto Marincek não teria cumprido com vários pontos previstos no projeto
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Empresa responsável pela duplicação da Av. Antônia Mugnatto Marincek não teria cumprido com vários pontos previstos no projeto

Empresa responsável pela duplicação da Av. Antônia Mugnatto Marincek não teria cumprido com vários pontos previstos no projeto

A Prefeitura de Ribeirão Preto rescindiu o contrato com a construtora Prime, responsável pela duplicação da Avenida Ribeirão Verde. A decisão, tomada após meses de pressão da Câmara Municipal, vem após diversos atrasos na obra.

Pressão da Câmara e Relatório

A Câmara Municipal pressionava a prefeitura pela rescisão do contrato, tema discutido em comissão de estudos e CPI. Em junho, um relatório foi encaminhado à prefeitura solicitando a medida. O secretário de administração, Angelo Pessini, justificou a demora na rescisão pela necessidade de reunir documentos que comprovassem os atrasos da obra. A comissão de estudos que opinou pela rescisão foi considerada no processo administrativo, que segue os ritos da lei de licitações.

Atrasos e Notificações

Desde que assumiu a obra, a Prime recebeu 18 notificações da prefeitura por atrasos. Iniciada em atrássto do ano passado, a duplicação apresenta apenas 9% de conclusão em mais de um ano. A construtora justificou os atrasos com a falta de desapropriação de áreas e chuvas. A prefeitura abriu um processo administrativo para apurar prejuízos, além de mais três processos para aplicação de multas, apuração de perdas e danos e declaração de inidoneidade da empresa.

Próximos Passos e Preocupações

As empresas que ficaram em segundo e terceiro lugar na licitação serão convocadas para concluir a obra. Caso não aceitem, um novo processo licitatório será aberto. O presidente da CPI, Alessandro Maraca, considera a decisão correta, mas critica a demora da prefeitura. A CPI continuará investigando os pagamentos feitos à Prime. Moradores temem novos atrasos caso a construtora entre na justiça. A Prime tem cinco dias para recorrer da decisão. O advogado da empresa, Pedro Henrique Fregonés Infante, informou que irá analisar o caso.

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