Quem traz os detalhes do texto é Marcelo Fontes na coluna ‘De Olho na Política’
Ribeirão Preto enfrenta polêmica sobre escolha de vacinas contra a Covid-19. Um projeto de lei, aprovado em 8 de julho, pune aqueles que se recusam a tomar a vacina disponível, passando-os para o final da fila de imunização. A medida visa combater a escolha por marcas específicas, prática observada em diversas regiões do Brasil.
Sanções para recusa de vacinas
De acordo com a nova norma, quem agendar a vacinação e se recusar a tomar a vacina disponível, assinará um documento com duas testemunhas. Este documento será arquivado na Secretaria da Saúde, e o indivíduo será colocado no fim da fila. Uma segunda oportunidade será oferecida; caso a recusa persista, as autoridades sanitárias serão notificadas.
Polêmica sobre consultas a maridos para implantação de DIU
Em outra frente, um projeto de lei do deputado federal Ricardo Silva, de Ribeirão Preto, busca proibir planos de saúde de exigirem autorização de maridos para a implantação de DIU em mulheres. A proposta, que gerou repercussão nacional, ainda tramita em Brasília e aguarda aprovação nas comissões.
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Considerações finais
As duas questões abordadas refletem desafios distintos, mas igualmente importantes, no contexto da saúde pública: o acesso equitativo à vacinação e a autonomia feminina na tomada de decisões sobre saúde reprodutiva. Ambas as propostas merecem atenção e debate amplo, visando garantir o bem-estar da população.