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Prefeitura gasta R$ 1,2 milhão em reforma de unidade de saúde no Quintino, mas ‘esquece’ rampa de acesso

Obras seriam justamente para dar acessibilidade aos pacientes; Prefeitura informou que a pasta responsável já foi comunicada
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Obras seriam justamente para dar acessibilidade aos pacientes; Prefeitura informou que a pasta responsável já foi comunicada

Obras seriam justamente para dar acessibilidade aos pacientes; Prefeitura informou que a pasta responsável já foi comunicada

Falta de Acessibilidade em Unidade de Saúde de Ribeirão Preto

Uma reforma de R$ 1.200.000 em uma Unidade de Saúde da Família (USF) em Ribeirão Preto, localizada na zona norte, gerou polêmica após denúncias de moradores sobre a falta de rampa de acesso na calçada externa. Apesar da prefeitura confirmar melhorias de acessibilidade internas, a ausência de rampa externa dificulta o acesso de pessoas com mobilidade reduzida.

Denúncias e Reação da Prefeitura

A reportagem do G1 Ribeirão Preto recebeu reclamações de moradores, incluindo um vídeo de Valéria Oliveira, mãe de uma pessoa com deficiência, mostrando as dificuldades enfrentadas para levar o filho à USF. A prefeitura, por sua vez, reconheceu a falha e informou que a solicitação para a construção da rampa foi encaminhada ao setor competente.

Importância da Fiscalização e Participação Cidadã

O caso destaca a importância da fiscalização do dinheiro público e da participação ativa da comunidade. A reforma, além de modernizar a unidade, visava preservar seu valor arquitetônico. No entanto, a ausência de um elemento fundamental de acessibilidade, como a rampa externa, demonstra a necessidade de maior atenção a detalhes cruciais durante a execução de obras públicas. A reportagem enfatiza a importância do engajamento cidadão na identificação e denúncia de problemas como este, garantindo que as obras públicas atendam às necessidades de toda a população.

A omissão de uma rampa de acesso externa demonstra a necessidade de uma maior fiscalização e planejamento em obras públicas, assegurando que a acessibilidade seja prioridade em todas as etapas do projeto. A participação da comunidade, por meio de denúncias e reclamações, é fundamental para garantir que o dinheiro público seja utilizado de forma eficiente e inclusiva. O caso da USF em Ribeirão Preto serve como alerta para a importância da acessibilidade em espaços públicos e a necessidade de constante vigilância por parte da população.

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