Escola foi interditada pelo Ministério Público por apresentar severos problemas estruturais
Após a interdição da escola municipal José Sampaio, pais de alunos se manifestam preocupados com a suspensão das aulas e o futuro da educação de seus filhos.
Interdição e Preocupação dos Pais
A escola foi interditada na semana passada devido a problemas estruturais e risco de incêndio, conforme relatório do Ministério Público. A interdição pegou pais de surpresa, como Jean Carlos Crispim, pai de uma aluna de 10 anos, que questiona o impacto da falta de aulas no aprendizado da filha. Alunos estão sem aulas desde o mês passado, gerando grande preocupação entre os responsáveis.
Reformas e Retorno às Aulas
A Prefeitura, em vez de transferir os mais de 730 alunos para outras escolas, como determinado pela justiça em um prazo de 15 dias, optou por reformar a unidade. Segundo Antônio da Zabude, secretário adjunto da educação, a prefeitura priorizou a realização de reparos nos 15 itens apontados pelo Ministério Público, com previsão de retorno às aulas até o dia 30. Esta decisão, no entanto, gera controvérsias.
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Impacto em Alunos Vulneráveis
A situação afeta especialmente alunos com necessidades especiais, como Mateus, que é cadeirante. Sua mãe, Eva Maria, demonstra grande preocupação com o prejuízo no desenvolvimento do filho devido à longa ausência das aulas. Adriana Bastos Vianna Amaral, mãe de outro aluno, também expressa preocupação com o prejuízo acadêmico e a necessidade de uma solução rápida para o problema. A Secretaria de Educação garante a reposição das aulas perdidas, desde que as reformas garantam a segurança dos alunos.
A reportagem apurou que a Secretaria da Educação afirmou que todas as aulas serão repostas e que, se as reformas em 15 dias resolverem os problemas de segurança apontados pelo Ministério Público, não haverá necessidade de transferência dos alunos para outras unidades. A situação permanece delicada, com pais ansiosos pela resolução definitiva do problema e o retorno seguro das aulas.



