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Prefeitura propõe troca de terrenos com o Marista e reacende debate sobre centro administrativo

Prefeitura propõe troca de terrenos com o Marista e reacende debate sobre centro administrativo
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Prefeitura propõe troca de terrenos com o Marista e reacende debate sobre centro administrativo

Prefeitura propõe troca de terrenos com o Marista e reacende debate sobre centro administrativo

Em Ribeirão Preto, a política local ganha um novo capítulo com o anúncio de uma proposta para o Centro Administrativo. A administração municipal, liderada por Ricardo Silva, propõe a concessão de um terreno avaliado em R$ 39 milhões na Avenida Brasola e Acosta, Zona Sul, para a construção de uma nova unidade de uma instituição educacional. Em contrapartida, o município passaria a utilizar o prédio de 80 anos do Colégio Marista como sede do Centro Administrativo.

A Necessidade de um Centro Administrativo

Apesar das divergências sobre a forma de implementação, a necessidade de um Centro Administrativo em Ribeirão Preto parece ser um ponto pacífico. A atual gestão reconhece a importância de centralizar as secretarias, buscando otimizar custos e melhorar a eficiência dos serviços públicos. A proposta de utilizar o prédio do Colégio Marista surge como uma alternativa ao projeto anterior, que envolvia um investimento milionário.

O Papel da Câmara Municipal

A Câmara Municipal desempenhará um papel crucial na avaliação e aprovação do projeto. É fundamental que os vereadores analisem minuciosamente os aspectos econômicos e os custos de manutenção do prédio do Colégio Marista, considerando sua estrutura octogenária e as possíveis necessidades de preservação. A decisão da Câmara terá um impacto significativo no futuro do Centro Administrativo e nas finanças municipais.

O que está em jogo?

A proposta de troca de terrenos levanta questionamentos sobre os benefícios para ambas as partes. Enquanto a prefeitura alega um ganho de R$ 17 milhões em patrimônio, é preciso considerar os custos de adaptação e manutenção do antigo prédio do Colégio Marista. A discussão deve se concentrar nas necessidades da cidade e na busca por soluções que garantam a qualidade dos serviços públicos a longo prazo.

Ainda há muitas questões a serem respondidas e o futuro do Centro Administrativo de Ribeirão Preto permanece incerto. A expectativa é que a discussão avance nos próximos meses, com o envolvimento da Câmara Municipal e da sociedade civil, em busca de uma solução que atenda aos interesses da cidade.

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