Acompanhe os detalhes e as expectativas do evento com o sensei Rogério Quintela, na coluna ‘No Tatame’
Nesta quarta-feira, o programa CBN Sports recebeu Rogério Quintela, sensei e comentarista, para discutir as Paralimpíadas, que começariam em 24 de atrássto. A conversa abordou a disparidade de premiações entre atletas olímpicos e paralímpicos.
Premiação Desigual: Uma Questão de Discriminação?
Um ponto crucial da discussão foi a diferença significativa nas premiações por medalha. Enquanto um atleta olímpico individual receberia R$ 250 mil por ouro, um paralímpico receberia R$ 160 mil. A prata rende R$ 150 mil para atletas olímpicos e R$ 64 mil para paralímpicos; o bronze, R$ 100 mil e R$ 32 mil, respectivamente. Quintela argumenta que essa discrepância sugere discriminação, considerando o esforço e a dedicação semelhantes, senão maiores, dos atletas paralímpicos.
Desigualdade Além da Premiação
A desigualdade não se limita à premiação em dinheiro. A exposição e o patrocínio são significativamente menores para atletas paralímpicos, dificultando a angariação de recursos para viagens e treinamento. Apesar de competirem nas mesmas sedes e com o mesmo olhar mundial, a diferença de tratamento é gritante.
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Reflexões e Olhar para o Futuro
A participação brasileira nas Paralimpíadas contará com 260 atletas, competindo em diversas modalidades. O judô, taekwondo e esgrima em cadeira de rodas são alguns exemplos de esportes com representantes brasileiros. O comitê paralímpico espera manter o Brasil entre os dez melhores do mundo. A discussão sobre a disparidade de premiação e recursos precisa ser revisitada, garantindo o reconhecimento e o valor justo ao esforço e dedicação dos atletas paralímpicos, que trazem orgulho ao país.



