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Presidente da Abresel prevê demissões com o rebaixamento da região no Plano São Paulo

Os bares estão proibidos de ter atendimento presencial, já os restaurantes podem receber clientes até às 20h
demissões Plano São Paulo
Os bares estão proibidos de ter atendimento presencial, já os restaurantes podem receber clientes até às 20h

Os bares estão proibidos de ter atendimento presencial, já os restaurantes podem receber clientes até às 20h

O setor de bares e restaurantes de Ribeirão Preto foi duramente impactado pela reclassificação da região de fase amarela para laranja no Plano São Paulo, obrigando-os a suspender o atendimento presencial a partir de segunda-feira. A medida permite apenas o funcionamento por meio de delivery, drive-thru e take-out.

Impacto devastador para o setor

Em entrevista, Renato Monhos, presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) em Ribeirão Preto, expressou choque e descreveu a situação como impossível para os estabelecimentos, muitos dos quais dependem do atendimento noturno. Ele argumentou que o setor não foi o causador do aumento de casos de COVID-19 e criticou a falta de diálogo do governo estadual, que, segundo ele, não considera a realidade dos negócios que trabalham até mais tarde.

A busca por soluções e diálogo

Monhos destacou a importância do diálogo com o governo e a necessidade de um plano que equilibre a saúde pública com a preservação de empregos. Ele reforçou o compromisso da Abrasel com o cumprimento dos protocolos sanitários e pediu fiscalização rigorosa para punir aqueles que não os seguem. A associação busca articular ações com prefeituras para garantir o cumprimento das regras e busca soluções que permitam a sobrevivência do setor, que emprega milhões de pessoas no país. A Abrasel também avalia medidas judiciais.

O futuro incerto e a necessidade de união

A decisão impacta diretamente a retomada do setor, que vinha se recuperando após meses de restrições. A Abrasel aguarda o pronunciamento da prefeitura de Ribeirão Preto e busca alternativas, mas a situação é considerada crítica. A incerteza quanto às ações do governo estadual gera preocupação, e a prioridade é encontrar um caminho que proteja vidas e empregos. A união entre o setor, o governo e a população é fundamental para enfrentar este desafio.

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