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Presidente da Federação dos Hospitais afirma que a explosão de casos de Covid-19 tem sobrecarregado os prontos-socorros

Como boa parte da população está vacinada, o maior fluxo está no atendimento ambulatorial e não nas UTIs; ouça Yussifi Ali Mere
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Como boa parte da população está vacinada, o maior fluxo está no atendimento ambulatorial e não nas UTIs; ouça Yussifi Ali Mere

Como boa parte da população está vacinada, o maior fluxo está no atendimento ambulatorial e não nas UTIs; ouça Yussifi Ali Mere

Após uma melhora nos indicadores de casos de COVID-19 em setembro e outubro de 2022, uma nova pesquisa revela um aumento expressivo de internações, sobrecarregando novamente os hospitais brasileiros. A variante Ômicron, altamente transmissível, é a principal responsável por essa nova onda, mesmo com cerca de 70% da população imunizada com duas doses da vacina.

Alta ocupação hospitalar e aumento da demanda

Em Ribeirão Preto, por exemplo, a ocupação de leitos de UTI COVID-19 em hospitais particulares ultrapassa 80% em muitos casos, com alguns hospitais operando em capacidade máxima. A demora no atendimento em pontos de socorro também é um problema significativo, com pacientes esperando de duas a três horas ou mais para receber assistência médica. Essa sobrecarga afeta não apenas os pacientes com COVID-19, mas também aqueles que necessitam de atendimento para outras condições de saúde.

Impacto da pandemia em outras áreas da saúde

A pandemia continua impactando negativamente outras áreas da saúde. O aumento de casos de doenças crônicas e o adiamento de tratamentos durante os picos da pandemia estão contribuindo para um cenário mais complexo nos hospitais. Médicos observam um aumento de pacientes que deixaram de cuidar de suas condições crônicas durante a pandemia, agravando seus quadros de saúde.

Vacinação e conscientização: pontos positivos e desafios futuros

Apesar do cenário preocupante, a vacinação é apontada como um fator crucial para evitar uma situação ainda pior. A imunização, embora não ofereça proteção total, diminui a gravidade dos casos e reduz o número de óbitos. A conscientização da população também desempenha um papel importante, mas a falta de campanhas efetivas por parte do Ministério da Saúde é criticada como um fator que contribuiu para a atual situação. A experiência demonstra a necessidade de campanhas de saúde pública robustas e contínuas para enfrentar desafios como este.

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