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Presidente do Núcleo Postos de Ribeirão afirma que o preço dos combustíveis estava defasado

Antes do reajuste, o preço da gasolina, por exemplo, custava 20% a menos do que o praticado no mercado internacional
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Antes do reajuste, o preço da gasolina, por exemplo, custava 20% a menos do que o praticado no mercado internacional

Antes do reajuste, o preço da gasolina, por exemplo, custava 20% a menos do que o praticado no mercado internacional

Nesta segunda-feira, apesar do feriado, o trânsito em Ribeirão Preto fluiu de forma tranquila, segundo Samuel Santos, repórter que acompanha a situação do trânsito na cidade. Ele relatou ter passado por algumas interdições na Avenida Nove de Julho e na Rua Capitão Salomão, mas sem grandes impactos devido ao baixo fluxo de veículos.

Aumento nos combustíveis

A Petrobras anunciou um aumento significativo nos preços da gasolina e do gás de cozinha. O litro da gasolina subiu 20 centavos, passando de R$ 2,81 para R$ 3,01. O botijão de gás de 13 quilos teve um reajuste de R$ 13,10, saltando de R$ 31,60 para R$ 34,70. O diretor do Núcleo Postos de Ribeirão Preto, Fernando Roca, explicou que o aumento era esperado devido à defasagem entre o preço do combustível brasileiro e o internacional, que ultrapassava 20%. Ele estima que o aumento médio na cidade será de 15 centavos por litro de gasolina.

Impacto nos preços e dicas para o consumidor

Em Ribeirão Preto, o preço médio da gasolina aditivada estava em R$ 5,84 em junho, podendo chegar a R$ 6,28. A gasolina comum tinha preço médio de R$ 5,74, com picos de R$ 6,09. Em Franca, os preços eram similares. Fernando Roca aconselha os motoristas a pesquisarem preços, a utilizarem a conta da paridade para comparar o custo-benefício entre gasolina e etanol (abastecer com etanol se o seu preço for até 70% do valor da gasolina) e a desconfiar de ofertas muito abaixo da média. O etanol também sofreu aumento de preço, em torno de 15 centavos por litro, devido à alta do dólar e à maior produção de açúcar pelas usinas.

Cenário futuro

Com o aumento da gasolina, do gás e do etanol, espera-se um impacto no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), levando a um aumento na inflação. A alta nos preços dos combustíveis afeta diretamente o bolso da população, principalmente aqueles que dependem do carro para trabalhar ou para o dia a dia. A busca por alternativas de transporte, como motos, pode ser uma opção para alguns, mas não resolve o problema para todos. O aumento no preço do pedágio agrava ainda mais a situação financeira dos motoristas.

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