Segundo José Carlos Brigagão a taxação dos empresários atrapalha a competitividade com outros mercados
Franca, polo calçadista brasileiro, enfrenta incertezas com a nova conjuntura política.
Preocupações do setor
O setor calçadista de Franca demonstra preocupação com o cenário político pós-eleições, tanto em âmbito estadual quanto federal. A principal preocupação reside na falta de previsibilidade e na ausência de um plano de governo claro, o que gera insegurança para os empresários do setor.
Impactos econômicos
A incerteza política pode antecipar o período de demissões sazonais, normalmente concentrado em novembro e dezembro. A expectativa é de que a produção de calçados em 2023 seja significativamente menor do que em anos anteriores, podendo chegar a apenas metade da produção de 2013 (22 milhões de pares). A falta de um horizonte claro e a insegurança jurídica contribuem para essa situação.
Ações esperadas
O setor calçadista espera que o governo do estado de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas, promova uma reforma tributária, resolva problemas criados por governos anteriores e ofereça suporte a projetos como a implantação de usina de reciclagem de resíduos e a implementação de políticas de recursos humanos. A articulação entre o governo estadual e o governo federal também é considerada crucial para garantir a competitividade do setor.
A falta de um plano de longo prazo para o Brasil e a insegurança jurídica são apontadas como fatores que agravam a situação, criando um ambiente de instabilidade para os empresários e comprometendo a previsibilidade da produção e dos empregos no setor calçadista de Franca.



