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Presidente do Sindasp pede simulação de agressão para fortalecer categoria

Daniel Granfolfo pede que agentes forjem confronto com a PM e chamem imprensa para greve ganhar força e Estado ser prejudicado
Sindasp pede simulação agressão
Daniel Granfolfo pede que agentes forjem confronto com a PM e chamem imprensa para greve ganhar força e Estado ser prejudicado

Daniel Granfolfo pede que agentes forjem confronto com a PM e chamem imprensa para greve ganhar força e Estado ser prejudicado

Um áudio exclusivo obtido pela Rádio CBN Ribeirão revela o presidente do sindicato dos agentes de segurança do Estado de São Paulo, Daniel Grandolfo, supostamente orientando um representante da entidade a simular um conflito entre policiais militares e funcionários durante a greve da categoria. A gravação levanta sérias questões sobre as táticas empregadas durante a paralisação.

O Áudio Polêmico

No áudio, com pouco mais de um minuto, Grandolfo, utilizando um aplicativo de celular, envia instruções a um delegado do sindicato, identificado como Eduardo, sobre como os agentes deveriam agir durante a paralisação no Centro de Detenção Provisória de Pontal. A orientação incluía a sugestão de criar uma “cena” de conflito com os policiais militares, com o objetivo de atrair a atenção da imprensa e divulgar as imagens para a categoria, buscando aumentar a adesão à greve e prejudicar o governo do estado.

A Defesa do Presidente do Sindicato

Após a divulgação do áudio, Daniel Grandolfo confirmou que enviou a mensagem, mas negou ter solicitado que os agentes forjassem um conflito contra a PM. Ele alegou que a intenção era mostrar à imprensa a suposta ação da polícia ao tentar forçar a entrada nas unidades regionais durante a greve, justificando a ação como uma forma de defesa e de mostrar à sociedade o uso da força para interromper a paralisação.

Repercussão e Investigação

O caso ganhou repercussão e levanta questionamentos sobre a legitimidade das ações durante a greve dos agentes penitenciários. A Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública do Estado ainda não se pronunciaram sobre o caso. Especialistas em segurança pública alertam que, caso a veracidade dos fatos seja comprovada, a postura do presidente do sindicato é injustificável e pode comprometer a credibilidade da categoria.

As autoridades competentes devem investigar a fundo as alegações para esclarecer os fatos e determinar se houve, de fato, uma tentativa de manipulação da opinião pública durante a greve.

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