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Prime tem até hoje para dar uma posição sobre demora na duplicação de via

Empresa entrou em litígio com a Prefeitura por problemas nas obras da Avenida Antônia Mugnatto Marincek, em Ribeirão Preto
demora na duplicação de via
Empresa entrou em litígio com a Prefeitura por problemas nas obras da Avenida Antônia Mugnatto Marincek, em Ribeirão Preto

Empresa entrou em litígio com a Prefeitura por problemas nas obras da Avenida Antônia Mugnatto Marincek, em Ribeirão Preto

A construtora Prime tem até hoje para apresentar suas defesas sobre o atraso nas obras da Avenida Antônia Moinhato Marinsec, principal acesso ao complexo Ribeirão Verde. A empresa precisa justificar a paralisação dos trabalhos, iniciados em junho de 2016.

Prefeitura pode rescindir contrato

O secretário de administração da Prefeitura de Ribeirão Preto, Angelo Pessini Jr., afirma que, após analisar a defesa da Prime, a administração municipal decidirá se rescinde ou não o contrato. Ele acredita que a decisão será rápida, uma vez que não há necessidade de um processo probatório extenso. A duplicação da avenida, iniciada pela administração anterior de forma apressada, apresenta apenas cerca de 9% de execução do que foi acordado.

Investigação e denúncias

A Prime foi notificada por diversos meios para apresentar suas justificativas, incluindo AR, Diário Oficial do Estado e jornais locais. A Câmara de Ribeirão Preto acompanha a situação e, após análise de uma comissão de estudos, solicitou a abertura de uma CPI para investigar o caso. O vereador Alessandro Maraca, presidente da comissão, afirma ter alertado a Prefeitura há três meses sobre a possibilidade de rescisão do contrato, sugerindo a aplicação de multas à Prime e questionando a idoneidade da empresa. Ele acredita que, se as medidas tivessem sido tomadas a tempo, uma nova empresa já estaria trabalhando na obra.

Pagamentos e subcontratação

Maraca também questiona três pagamentos feitos pela Prefeitura à Prime, totalizando R$ 326 mil, sem que houvesse um avanço significativo na obra. Ele destaca a pouca movimentação da construtora no canteiro de obras e a subcontratação de outra empresa, a Drill, sem que esta tenha recebido os valores devidos. Uma audiência está marcada para esta quarta-feira para apurar os fatos.

A situação demonstra a necessidade de transparência e agilidade na resolução de problemas em obras públicas, garantindo a aplicação eficiente dos recursos e a conclusão das obras no prazo estipulado. A investigação em curso busca esclarecer as responsabilidades e tomar as medidas cabíveis para garantir o andamento da obra e evitar prejuízos à população.

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