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Primeira turma do curso de medicina da USP completa 50 anos

Sobre os 'boinas amarelas', confira o comentário de Luiz Puntel na coluna 'Oficina de Palavras'
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Sobre os 'boinas amarelas', confira o comentário de Luiz Puntel na coluna 'Oficina de Palavras'

Sobre os ‘boinas amarelas’, confira o comentário de Luiz Puntel na coluna ‘Oficina de Palavras’

Caloros de Medicina da USP de Ribeirão Preto: Um reencontro histórico

Na sexta-feira, 3 de dezembro, um evento marcou a história da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP): a reunião de aproximadamente 40 alunos da vigésima turma, ingressantes em 1971, para comemorar 50 anos de sua entrada na instituição. A turma, conhecida como “boinas amarelas” devido ao tradicional adereço usado pelos calouros de medicina, voltou às dependências da faculdade para uma aula inaugural comemorativa.

Um encontro emocionante

A cena foi emocionante. Colegas que não se viam há 50 anos, muitos deles espalhados por diferentes cidades, estados e até países, se reencontraram. A atmosfera era carregada de nostalgia e alegria, com conversas sobre o passado, lembranças de professores e momentos marcantes da época de faculdade. As frases “Nossa, você não mudou nada!”, “Que bom que você veio!” e “Estou te devendo muito obrigado por aquele plantão que você tirou para mim há 50 anos” certamente ecoaram pelo ambiente, acompanhadas de recordações de aulas de anatomia, dos carrinhos Dofine e de inúmeras outras histórias.

Boinas Amarelas: Um símbolo de resistência e sucesso

Além das lembranças pessoais, o encontro serviu para celebrar a trajetória de sucesso dos formandos de 1976. As boinas amarelas, símbolo da turma, representaram mais do que um simples acessório; elas se tornaram um símbolo da perseverança, da dedicação e das vidas transformadas pela medicina. O reencontro também foi uma oportunidade para lembrar aqueles que não puderam estar presentes, seja por compromissos ou, infelizmente, por já terem falecido. O professor Punthel, ao narrar o evento, destacou a importância da humildade e da persistência na trajetória de vida destes profissionais, que continuam a salvar vidas e a compartilhar seus conhecimentos.

O reencontro dos calouros de 1971 foi um momento de celebração da vida, da amizade e da contribuição destes médicos para a sociedade. Uma demonstração de que o legado da FMRP se estende além das salas de aula e dos corredores da faculdade, perpetuado pelas vidas que foram tocadas por esses profissionais ao longo de cinco décadas.

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