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Principal avenida do bairro Antônio Marincek é tomada pelo mato

Em alguns pontos, a vegetação passa de dois metros, atrapalhando a visibilidade dos motoristas e a travessia de pedestres
Principal avenida do bairro Antônio Marincek
Em alguns pontos, a vegetação passa de dois metros, atrapalhando a visibilidade dos motoristas e a travessia de pedestres

Em alguns pontos, a vegetação passa de dois metros, atrapalhando a visibilidade dos motoristas e a travessia de pedestres

Motoristas e moradores do bairro Marinseque, na zona norte de Ribeirão Preto, reclamam do mato alto que tomou o canteiro central da Avenida Maestro Hervé Cordovil, principal via da região. A falta de manutenção, segundo relatos locais, atrapalha a visibilidade em cruzamentos e aumenta o risco de acidentes.

Vegetação compromete visibilidade em cruzamentos

O canteiro central foi tomado pela vegetação em praticamente toda a extensão da avenida, que corta o bairro e tem diversos cruzamentos, inclusive com retornos embutidos no canteiro. Moradores relatam que o mato chegou a crescer entre 2,2 e 2,5 metros em alguns trechos, prejudicando a visão dos motoristas e reduzindo o tempo de reação diante de veículos e motociclistas que trafegam em alta velocidade.

Risco para pedestres e relatos de quem circula pela via

O motoboy Victor Hugo Soares, que faz entregas pela avenida, diz que a visibilidade está bastante comprometida e que isso põe em risco tanto quem dirige quanto quem caminha. “Quando a gente vai fazer um retorno, não consegue ver o carro que vem e fica perigoso. Também não dá para ver um pedestre que esteja atravessando”, contou.

Victor disse ter presenciado acidentes motivados pelo mato alto. “Já vi mulher atropelada porque o motorista não a enxergou por causa do matagal”, relatou. Proprietário de uma bicicletaria na avenida, Isaac de Paula afirma que a prefeitura passou pelo local pela última vez há cerca de dois meses, mas as chuvas recentes aceleraram o crescimento da vegetação.

Além do risco de colisões, moradores apontam acúmulo de lixo no canteiro — depositado por quem aproveita a cobertura do matagal — e trechos em que o concreto das calçadas sumiu, obrigando pedestres a caminhar pela pista e dividir espaço com veículos. A situação também preocupa pela possibilidade de aparecimento de animais peçonhentos.

A moradora Neusa afirmou que, até pouco tempo, uma vizinha cuidava do canteiro, mas que a ação voluntária cessou. “Isso não é obrigação dela, é serviço da prefeitura”, comentou, informando que não vê equipes de manutenção há cerca de seis meses.

Prefeitura agenda roçada para maio

Em nota, a Secretaria de Infraestrutura de Ribeirão Preto informou que a roçada da Avenida Maestro Hervé Cordovil está programada para o início de maio. Até lá, moradores e comerciantes do Marinseque dizem que continuam convivendo com a vegetação alta e os problemas decorrentes do abandono.

Enquanto a data para o corte não chega, usuários da via afirmam que adotaram cautela redobrada ao passar pelos trechos mais afetados e pedem agilidade nas ações de limpeza para reduzir riscos e restaurar a mobilidade no bairro.

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