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Pró-Urbano não cumpre com entrega de estações de ônibus

Consórcio deveria ter entregue sete construções, mas duas não saíram do papel
Estações de ônibus
Consórcio deveria ter entregue sete construções, mas duas não saíram do papel

Consórcio deveria ter entregue sete construções, mas duas não saíram do papel

Estações de Bairro em Ribeirão Preto: Obras Incompletas

Um contrato de concessão entre a Prefeitura de Ribeirão Preto e o Consórcio Prourbano previa a construção de sete estações de transporte público. No entanto, apenas cinco foram concluídas. O Consórcio alega que o valor destinado às duas estações restantes foi utilizado para cobrir despesas geradas por alterações em projetos da administração anterior, da ex-prefeita Darci Vera. Segundo o advogado Paulo César Braga, mudanças nos projetos originais, com aumento de custos, consumiram o orçamento inicialmente previsto para as sete estações.

Alterações de Projetos e Custos

Havia uma previsão de investimento de R$ 150 mil por estação, mas as alterações elevaram os custos. O Consórcio Prourbano assinou um contrato em 2012 para explorar o transporte público na cidade, com compromisso de investir R$ 23,8 milhões na construção dos terminais. Destes, R$ 17 milhões foram destinados às obras, valor atualizado que chegou a R$ 23,8 milhões, sendo que R$ 650 mil foram gastos a mais do que o previsto inicialmente. O advogado afirma que as obras finalizadas foram entregues conforme os projetos alterados pela administração anterior, e que o Consórcio apenas executou as obras.

Investigação e Possíveis Soluções

A Prefeitura de Ribeirão Preto criou uma comissão para avaliar as obras realizadas, buscando averiguar qualquer irregularidade. O advogado garante que não houve desvio de dinheiro, pois as obras foram administradas diretamente pelo Prourbano, sem acesso de agentes públicos a recursos financeiros. Existe a possibilidade de retomada das obras restantes (terminais da USP e Vila Mariana), dependendo da definição de novas fontes de investimento, seja por aditivo contratual ou outra forma de compensação. O Ministério Público, embora tenha assinado um termo de ajustamento de conduta com a gestão anterior para acompanhar as obras, não se manifestou sobre o não cumprimento do contrato. A Prefeitura confirmou a formação de uma comissão para levantar informações sobre o contrato e cobrar as ações necessárias.

Em resumo, a situação envolve um contrato com metas não totalmente cumpridas devido a alterações de projetos e aumento de custos. Investigações estão em andamento para esclarecer os detalhes e buscar soluções para a conclusão das obras pendentes.

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