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Processo que pode exonerar Wagner Rodrigues será analisado este mês

Ex-presidente do Sindicato dos Servidores é um dos investigados na Sevandija por possível participação em esquema de corrupção
exonerar Wagner Rodrigues
Ex-presidente do Sindicato dos Servidores é um dos investigados na Sevandija por possível participação em esquema de corrupção

Ex-presidente do Sindicato dos Servidores é um dos investigados na Sevandija por possível participação em esquema de corrupção

Ex-presidente de sindicato em Ribeirão Preto pode ser demitido

Wagner Rodrigues, ex-presidente do sindicato dos servidores de Ribeirão Preto e réu na Operação Cervandija, pode ser demitido da prefeitura. Ele é alvo de um processo administrativo disciplinar que apura infrações por incontinência pública e conduta escandalosa. A investigação interna, iniciada no ano passado, deve ser concluída ainda neste mês, segundo o advogado Marcelo Sense de Carvalho, presidente da comissão que analisará o caso.

Processo disciplinar e seus desdobramentos

O advogado e professor universitário Luiz Eugênio Scarpino Jr. explica que o processo de exoneração não é simples. Primeiro, ocorre uma sindicância para apurar os fatos. Confirmados os fatos e um possível autor, inicia-se um processo administrativo disciplinar para averiguar responsabilidades, ouvir o funcionário e aplicar sanções, que podem variar de uma simples reprimenda a perda do cargo. O funcionário tem direito à ampla defesa, e a decisão da administração pública é definitiva, cabendo recurso judicial apenas ao servidor que se sentir prejudicado.

Salários e sigilo

Wagner Rodrigues estava afastado do cargo por decisão judicial, recebendo salários normalmente. No entanto, os vencimentos de fevereiro não foram pagos, segundo o portal da transparência de Ribeirão Preto. A prefeitura afirma que a sindicância corre em sigilo e não divulga informações. O advogado Luiz Eugênio Scarpino Jr. entende que o salário não pode ser suspenso antes da conclusão da sindicância, pois o afastamento provisório não deveria gerar prejuízo ao servidor. A reportagem tentou contato com a defesa de Wagner Rodrigues, sem sucesso.

A comissão que investiga o caso é composta pelo advogado Marcelo Sense de Carvalho, a enfermeira Renata Felício e o médico pediatra Antônio Marcos Bardin. A expectativa é que o processo seja concluído ainda neste mês.

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