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Procon aponta diferença que pode passar de 260% em alguns itens do material escolar dependendo da loja

Caderno é o produto que mais sofre alteração de preço: de janeiro de 2022 para atrásra, o valor dos papéis subiu 30%
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Caderno é o produto que mais sofre alteração de preço: de janeiro de 2022 para atrásra, o valor dos papéis subiu 30%

Caderno é o produto que mais sofre alteração de preço: de janeiro de 2022 para atrásra, o valor dos papéis subiu 30%

O início do ano letivo traz consigo a tradicional preocupação com a lista de materiais escolares. Um levantamento recente do Procon revelou um aumento significativo nos preços, com diferenças que chegam a 260% em alguns itens. A pesquisa indica um aumento médio de 16% em relação ao ano anterior, impactando diretamente o orçamento familiar.

A Equação Custo x Desejo

Pais e filhos se veem diante do desafio de equilibrar o custo dos materiais com as preferências das crianças. A escolha muitas vezes é influenciada pela aparência do produto, levando em conta a capa chamativa, em detrimento da qualidade. Muitos pais buscam um meio termo, optando por produtos com preços intermediários que atendam às expectativas dos filhos sem comprometer o orçamento familiar. A reutilização de materiais do ano anterior também se mostra uma estratégia eficaz para economizar.

Aumento de Preços e Fatores Contribuintes

O aumento nos preços se deve a diversos fatores, incluindo a alta no custo do papel (30% de aumento em relação ao ano passado), influenciada pela pandemia e conflitos geopolíticos. Outros itens, como giz de cera (24% de aumento), também sofreram reajustes significativos. A variação de preços entre diferentes estabelecimentos também é preocupante, com diferenças significativas, como no caso da caneta esferográfica, onde o preço variava de R$ 0,80 a R$ 2,90.

Orientações e Recomendações

O Procon alerta para a importância de verificar os itens solicitados nas listas escolares, lembrando que alguns materiais de uso coletivo devem ser fornecidos pela própria instituição de ensino. Para quem busca economizar, a dica é investir em produtos de qualidade, pois o barato pode sair caro a longo prazo. Qualquer reclamação sobre preços abusivos ou itens indevidos nas listas deve ser encaminhada ao Procon da sua cidade.

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