Quase cinco mil farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos do estado foram fiscalizados
Durante a pandemia de Covid-19, o Procon-SP aplicou R$ 28,5 milhões em multas a fornecedores que praticaram preços abusivos e outras infrações ao Código de Defesa do Consumidor. Desse total, R$ 4,9 milhões foram aplicados em estabelecimentos da capital paulista e R$ 23,5 milhões no interior do estado.
Fiscalizações e Preços Abusivos
Quase 5 mil estabelecimentos foram fiscalizados, incluindo farmácias, supermercados, mercados e outros comércios. Produtos essenciais, como álcool em gel, máscaras de proteção e alimentos, tiveram seus preços analisados. Aumentos de preços só são considerados válidos se devidamente justificados. Denúncias de consumidores levaram à atuação do Procon e à aplicação de multas em casos de abusividade.
Números da Pandemia
Até 20 de atrássto, o Procon-SP registrou 7.600 reclamações em seus canais de atendimento, 8.300 denúncias nas redes sociais e 4.600 consultas e dúvidas sobre consumo relacionadas à pandemia. As maiores quantidades de reclamações vieram do setor de turismo (3.986) e companhias aéreas (1.726), seguidas de farmácias, lojas, mercados e instituições financeiras. O Procon reforça que os consumidores têm o direito de procurar o órgão em casos de preços abusivos ou irregularidades.
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A atuação do Procon-SP foi crucial para coibir práticas abusivas durante a pandemia, protegendo os consumidores e garantindo o acesso a produtos essenciais a preços justos. A alta demanda por informações e o número expressivo de denúncias demonstram a importância do órgão na defesa dos direitos do consumidor em momentos de crise.



