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Procon-SP divulga ranking das empresas e seguimentos que mais receberam reclamações em 2024

Grupos bancários registraram maior o número de reclamações; empresas de internet, TV e telefonia causaram maior insatisfação
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Grupos bancários registraram maior o número de reclamações; empresas de internet, TV e telefonia causaram maior insatisfação

Grupos bancários registraram maior o número de reclamações; empresas de internet, TV e telefonia causaram maior insatisfação

O Procon São Paulo divulgou o ranking das empresas e segmentos que mais receberam reclamações dos consumidores em 2024. O levantamento aponta que os setores de internet, TV e telefonia foram os que mais causaram insatisfações, enquanto, por segmento, os grupos bancários lideraram o número de reclamações.

Novidade no levantamento regional: Segundo Raissa Baldóquigas Pargomes, coordenadora regional do Procon Ribeirão Preto, a partir deste ano, as reclamações registradas nos Procons municipais de todo o estado de São Paulo passaram a integrar as estatísticas junto com o Procon da capital. Essa regionalização dos dados permite uma análise mais detalhada e auxilia na orientação das ações de defesa do consumidor.

Atendimento e volume de reclamações: O atendimento do Procon soma quase 900 mil reclamações em todo o estado. No interior, abrangendo 71 municípios integrados ao sistema do Procon Digital, foram registradas cerca de 17 mil reclamações fundamentadas.

Principais reclamações no interior: Na região do interior, os bancos foram os segmentos que mais receberam queixas. O ranking inclui o Bradesco em segundo lugar, o Unibanco em terceiro e a Sabesp, que também figura entre as empresas mais reclamadas. As reclamações envolvem cobranças indevidas, problemas financeiros e dificuldades no atendimento, como longas esperas e barreiras na resolução de problemas devido à automatização dos serviços.

Resolução das reclamações: O Procon avalia a resposta das empresas às reclamações em duas fases. Na primeira, cerca de 80 mil reclamações foram atendidas pelos Procons municipais, com índice de resolução próximo a 65%. Caso a reclamação não seja solucionada, inicia-se uma segunda fase, que envolve procedimento administrativo e pode incluir audiências entre consumidor e fornecedor. Entre 2023 e 2024, houve aumento na taxa de resolução nessa fase, passando de quase 40% para quase 55%.

Entenda melhor

O Procon São Paulo ampliou a integração dos dados regionais para oferecer um panorama mais detalhado das reclamações dos consumidores, possibilitando ações mais direcionadas e eficazes na defesa dos direitos do consumidor.

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