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Procura por atendimento nas UPAs de Ribeirão cresce 16%

Secretaria de Saúde diz que equipes estão sendo ajustadas conforme necessidade e agravamento da procura
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Secretaria de Saúde diz que equipes estão sendo ajustadas conforme necessidade e agravamento da procura

Secretaria de Saúde diz que equipes estão sendo ajustadas conforme necessidade e agravamento da procura

Em Ribeirão Preto, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) registram aumento significativo na procura por atendimento médico. Segundo a Secretaria da Saúde, houve um aumento de mais de 16% nos atendimentos em março de 2023, comparado à média mensal de 57 mil pacientes (42 mil adultos e 15 mil crianças).

Aumento de Atendimentos e Principais Sintomas

O aumento mais expressivo foi observado no atendimento pediátrico, com 47% a mais em março, totalizando 22 mil atendimentos infantis. Nos adultos, o aumento foi de 5%, chegando a 43 mil atendimentos. Os principais sintomas que têm levado pacientes às UPAs são respiratórios, dengue e síndrome mão, pé e boca.

Medidas da Prefeitura para Enfrentar a Demanda

Diante do aumento na demanda, a prefeitura afirma estar preparada para atender a população. O médico responsável pelas UPAs, Thiago Cardinal, reforça que há um estudo indicando que não há risco de colapso no sistema. Ele explica que existem planos de contingência, com medidas específicas para cada fase de aumento de atendimentos. A UPA Norte, por exemplo, recebeu reforço na equipe médica, e há uma atualização constante dos protocolos clínicos para otimizar o atendimento. Para o aumento previsto de casos de dengue em abril, um plano de contingência específico já está sendo implementado.

Situação Atual e Perspectivas

Apesar das medidas tomadas pela prefeitura e da afirmação de que não há risco de colapso, relatos de pacientes demonstram a realidade do longo tempo de espera. Um relato aponta uma espera de cinco horas para atendimento em uma UPA. É importante destacar que, segundo o Dr. Cardinal, os casos de COVID-19 não contribuíram para esse aumento de atendimentos. A situação é justificada pelo aumento de casos respiratórios, dengue e outras síndromes virais, principalmente entre crianças.

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