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Procuradoria-Geral de Justiça de SP recorre ao STJ contra decisão que anula escutas telefônicas da Operação Sevandija

Procurador Mário Luiz Sarrubo, diz que o processo obedeceu a legalidade desde o primeiro dia de investigação, em julho de 2015
Escutas telefônicas
Procurador Mário Luiz Sarrubo, diz que o processo obedeceu a legalidade desde o primeiro dia de investigação, em julho de 2015

Procurador Mário Luiz Sarrubo, diz que o processo obedeceu a legalidade desde o primeiro dia de investigação, em julho de 2015

O Ministério Público de São Paulo recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão que anulou as escutas telefônicas da Operação Cevandija. Em um documento de 49 páginas, o procurador Mário Luiz Sarubu argumenta que o processo respeitou a legalidade desde o início das investigações, em julho de 2015.

Investigações Preliminares

Segundo o documento, a Polícia Federal coletou provas contra os suspeitos antes mesmo das interceptações telefônicas, dando origem à Operação Cevandija. Essas provas iniciais sustentam a legalidade das escutas, de acordo com a defesa do Ministério Público.

Anulação das Escutas e Recurso

O STJ anulou as escutas telefônicas em decisão recente, entendendo que a 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto não as fundamentou adequadamente. Com isso, todo o processo, que investigava um grande esquema de corrupção em Ribeirão Preto, precisa ser reavaliado.

Próximos Passos

O recurso do Ministério Público busca reverter a decisão do STJ e restabelecer as provas obtidas por meio das interceptações telefônicas. O resultado deste recurso definirá o futuro das investigações e o rumo do processo judicial.

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