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Professor da USP Ribeirão é o mais citado do país em artigos científicos na área de imunologia

Confira a entrevista e conheça a trajetória do fármaco e professor Fernando Queiroz Cunha
imunologia
Confira a entrevista e conheça a trajetória do fármaco e professor Fernando Queiroz Cunha

Confira a entrevista e conheça a trajetória do fármaco e professor Fernando Queiroz Cunha

Fernando Queiroz Cunha, professor do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, é o imunologista mais citado do Brasil e o segundo mais citado em medicina em artigos científicos, segundo o ranking da plataforma Research.com. Suas pesquisas se concentram em infecções generalizadas, doenças inflamatórias (como a artrite reumatoide) e, mais recentemente, a Covid-19.

Contribuições durante a pandemia de Covid-19

O grupo de pesquisa do professor Queiroz Cunha, apesar de não trabalhar com vírus anteriormente, adaptou sua expertise em doenças inflamatórias para estudar a Covid-19. Eles identificaram que a produção sistêmica de NETs (armadilhas extracelulares de neutrófilos) estava associada às lesões pulmonares em pacientes com Covid-19. Foram os primeiros a demonstrar essa relação, publicando seus achados em revista científica de renome internacional.

Pesquisas atuais e o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias

Atualmente, o professor coordena o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, financiado pela FAPESP. Este centro reúne pesquisadores de diversas áreas, contribuindo para avanços em diversas frentes. Seu trabalho inclui a investigação dos mecanismos de doenças como a sepse (infecção generalizada), a compreensão de por que crianças são mais suscetíveis à sepse, o estudo da dor neuropática e inflamatória, e a investigação de como pacientes que sobrevivem à sepse podem desenvolver imunodepressão.

Impacto e perspectivas futuras

O trabalho do professor Queiroz Cunha e sua equipe tem gerado impacto significativo na comunidade científica internacional, abrindo caminho para novos tratamentos de doenças inflamatórias e infecciosas. A colaboração interdisciplinar do centro de pesquisa é fundamental para a busca de soluções inovadoras para problemas complexos de saúde pública.

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