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Professor relata agressão dentro de escola estadual em Cravinhos

Educador teria tomado um soco no braço de um dos alunos após advertir o jovem; um boletim de ocorrência foi registrado
agressão em escola
Educador teria tomado um soco no braço de um dos alunos após advertir o jovem; um boletim de ocorrência foi registrado

Educador teria tomado um soco no braço de um dos alunos após advertir o jovem; um boletim de ocorrência foi registrado

Professor de Cravinhos registra boletim de ocorrência após agressão por aluno

Violência na escola estadual

Um professor do ensino médio de Cravinhos, que prefere não ser identificado, registrou um boletim de ocorrência após ser agredido por um aluno dentro da escola estadual onde trabalha. Segundo o relato do professor, o incidente ocorreu após ele pedir a um aluno que parasse de exibir conteúdo impróprio para outra aluna. O aluno, irritado com a repreensão, partiu para a agressão física e verbal, ameaçando o professor com violência futura.

Insegurança e falta de inspetoria

O professor destaca a insegurança constante dentro da escola, agravada pela falta de inspetoria. A ausência de funcionários para monitorar o pátio permite a entrada de alunos de fora e contribui para um ambiente de maior risco. Dados do sindicato da categoria apontam que, em média, três professores são agredidos diariamente no estado de São Paulo, e 35% dos três mil professores que pediram afastamento no ano passado o fizeram devido à violência sofrida.

Consequências e reflexos da violência escolar

José Eduardo de Oliveira, especialista em educação, aponta as consequências educacionais da violência escolar, incluindo a desmotivação de alunos, docentes e funcionários. Ele destaca a importância de um ambiente de aprendizagem salubre e seguro para o desenvolvimento infantil. O aumento da violência contra professores reflete problemas sociais mais amplos, como famílias desestruturadas, problemas com drogas e criminalidade. A comunidade escolar precisa reconhecer a existência dessas situações e atuar na prevenção e resolução de conflitos. A direção da escola estadual informou que conta com um professor mediador para resolução de conflitos e que apurará o ocorrido para tomar as providências necessárias.

O caso evidencia a necessidade urgente de medidas para garantir a segurança de professores e alunos nas escolas estaduais. A falta de inspetoria e o aumento da violência exigem ações efetivas por parte das autoridades educacionais para criar um ambiente de aprendizagem mais seguro e respeitoso.

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