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Professora se defende da acusação de que teria tentado comprar um bebê

Patrícia Mello Campos, de Miguelópolis, teria negociado a compra pela internet, com um pai de Campo Grande
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Patrícia Mello Campos, de Miguelópolis, teria negociado a compra pela internet, com um pai de Campo Grande

Patrícia Mello Campos, de Miguelópolis, teria negociado a compra pela internet, com um pai de Campo Grande

A professora Patrícia Melo Campos, suspeita de tentar comprar um bebê de quatro meses em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, nega as acusações. A defesa da professora alega que ela não cometeu nenhum crime, apesar das evidências encontradas pela polícia.

O Caso e a Prisão do Pai

Luciano Luiz de Carvalho, o pai da criança, de 26 anos, foi detido na rodoviária enquanto tentava comprar uma passagem para viajar com o filho. As investigações policiais revelaram conversas no celular de Luciano, onde ele pedia R$ 3 mil pelo bebê. Ele justificou a oferta como uma forma de conseguir ajuda para pagar o aluguel, mas o delegado Mário Queiroz não se convenceu com a explicação, mencionando um anúncio feito por Luciano em 2015, o que contradiz suas alegações de dificuldades financeiras.

A Defesa de Patrícia Melo Campos

Nas conversas encontradas, a suposta compradora, Patrícia, demonstra preocupação em obter os documentos necessários para viajar com a criança, indicando um certo receio. Os advogados de Patrícia, Renato Oliveira e Rosemary Barbosa, negam que ela estivesse envolvida na compra do bebê, argumentando que ela não teria condições financeiras para efetuar o pagamento de R$ 3 mil.

O Argumento da Falta de Condições Financeiras

A defesa insiste que Patrícia jamais teve a intenção de comprar a criança e que sua situação financeira não permitiria tal transação. Segundo os advogados, foi Patrícia quem entrou em contato com a família, alertando sobre o perigo que a criança corria. Eles argumentam que, se não fosse pela intervenção de Patrícia, o caso não teria vindo à tona. A defesa ressalta a gravidade do crime de compra de bebês, cuja pena pode chegar a seis anos de prisão.

Atualmente, o bebê e a mãe estão sob proteção em um abrigo em Campo Grande. O caso teve origem na cidade de Miguelópolis.

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