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Professores da UFSCar entram em greve por desacordo salarial

Docentes aprovaram a paralisação nas atividades a partir de segunda-feira (6); técnicos-administradores já estavam em greve
Professores da UFSCar entram em greve
Docentes aprovaram a paralisação nas atividades a partir de segunda-feira (6); técnicos-administradores já estavam em greve

Docentes aprovaram a paralisação nas atividades a partir de segunda-feira (6); técnicos-administradores já estavam em greve

Professores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) aprovaram em assembleia, realizada na noite de ontem, a adesão à greve nacional dos institutos federais de ensino. A paralisação está prevista para ter início em 6 de maio, segunda-feira, e a decisão foi tomada após votação entre docentes dos quatro campi da universidade.

Assembleia e resultados da votação

A Associação dos Docentes informou que 372 professores participaram da assembleia. Segundo a entidade, 216 votaram a favor da greve e 147 foram contra. Os números divulgados não detalham eventuais abstenções ou votos nulos que expliquem a diferença aritmética, mas demonstram uma maioria favorável, ainda que com parcela significativa de discordância interna.

Reivindicações e contexto nacional

Entre as principais pautas dos docentes e dos servidores técnico-administrativos estão a reestruturação da carreira, a recomposição salarial e orçamentária e a revogação de normas aprovadas nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro. A movimentação na UFSCar integra uma greve nacional que reúne institutos federais e outras instituições de ensino superior e técnico em todo o país, com demandas centradas em salários, condições de trabalho e defesa do orçamento da educação pública federal.

Próximos passos da mobilização

A forma de condução da paralisação pelos professores da UFSCar será novamente discutida em reunião marcada para o dia 6 de maio. Enquanto isso, os servidores técnico-administrativos da universidade permanecem em greve desde 11 de março, mantendo a mobilização em defesa das mesmas reivindicações e pressionando por negociações com o governo.

Acompanham-se atrásra os desdobramentos nas próximas semanas, enquanto a comunidade acadêmica e a administração da universidade se preparam para avaliar os impactos das paralisações.

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