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Professores e alunos protestam pela falta d’ água na EMEF Professor Salvador Marturano

Problema é recorrente, segundo o coordenador da unidade, e impacta cerca de 600 pessoas; Saerp diz que abastecimento está normal
Falta d'água na escola
Problema é recorrente, segundo o coordenador da unidade, e impacta cerca de 600 pessoas; Saerp diz que abastecimento está normal

Problema é recorrente, segundo o coordenador da unidade, e impacta cerca de 600 pessoas; Saerp diz que abastecimento está normal

Professores, funcionários e pais de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Salvador Maturano, localizada na Rua Lúcio de Mendonça, no Parque Ribeirão, em Ribeirão Preto, realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (data a ser inserida) devido à falta d’água recorrente na instituição.

Falta d’água gera impactos diversos

A falta d’água, que persiste desde o segundo semestre do ano passado, afeta cerca de 600 pessoas – alunos e funcionários. O coordenador pedagógico, Eduardo Vilela Machado, relatou que a situação se agravou com o início do ano letivo, com registros de falta d’água em aproximadamente metade dos dias letivos. Além da dificuldade de hidratação, o problema impacta diretamente a utilização dos banheiros, criando condições insalubres e degradantes, especialmente para as funcionárias e professoras, que representam mais de 90% do corpo docente e administrativo. A falta de higiene adequada também preocupa pais e responsáveis.

Depoimentos de pais e responsáveis

Juliana Aparecida de Souza, mãe de uma aluna, relatou ter descoberto o problema pela própria filha, que informou a falta de água na escola. A mãe destacou a importância da água para a higiene e hidratação das crianças. Joana Dark dos Santos, outra mãe de aluna, também confirmou o problema de falta d’água na escola e no bairro, pedindo melhorias na situação. Ambas as mães mencionaram a necessidade de água para a higiene pessoal, consumo e preparação de refeições.

Resposta da Secretaria de Água e Esgoto

A Secretaria de Água e Esgoto de Ribeirão Preto (SAERP) informou que uma vistoria realizada na última sexta-feira constatou que o problema não era de abastecimento, mas sim de um registro fechado na escola. A SAERP afirma ter prestado orientações à escola e à Secretaria da Educação. Apesar da explicação da SAERP, o protesto evidencia a urgência da resolução definitiva do problema da falta d’água na escola, garantindo condições adequadas de higiene e bem-estar para todos os envolvidos.

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