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Profissionais de empresas de transporte de valores fazem protesto em Ribeirão

Mais de 200 trabalhadores da categoria na região cruzaram os braços e pediram mais segurança no trabalho
empresas de transporte de valores
Mais de 200 trabalhadores da categoria na região cruzaram os braços e pediram mais segurança no trabalho

Mais de 200 trabalhadores da categoria na região cruzaram os braços e pediram mais segurança no trabalho

Em Ribeirão Preto, funcionários de empresas de segurança se uniram em um protesto marcante, buscando alertar as autoridades brasileiras sobre a urgente necessidade de aprimorar a proteção dos carros-fortes e o armamento dos agentes que os operam. A manifestação, que paralisou as atividades de três empresas na cidade, reuniu cerca de 200 trabalhadores que marcharam pelas ruas em direção à esplanada do Teatro Pedro II.

Vozes da Insegurança: Reivindicações e Testemunhos

Agentes de transporte de valores, membros do sindicato da categoria e familiares de vítimas recentes de ataques criminosos em Mocóca e Itapira, se uniram para exigir medidas concretas tanto das empresas quanto do governo. O clamor por segurança ecoou com força, impulsionado por relatos emocionados de perdas irreparáveis.

Joana Dark Martins, mãe de Paulo César Silva, um vigilante de 33 anos que perdeu a vida em um ataque, compartilhou o sofrimento do filho, que já enfrentava problemas psicológicos devido à insegurança no trabalho. A família atrásra busca incansavelmente por mudanças na legislação, com o objetivo de proteger a vida de outros profissionais que enfrentam os mesmos riscos.

Propostas para um Futuro Mais Seguro

Eduardo Augusto de Oliveira, do Cinde Forte, o sindicato dos trabalhadores em carros-fortes, enfatizou a importância de incluir emendas no debate em curso no Congresso, visando aprimorar a segurança dos profissionais. Entre as propostas apresentadas, destacam-se a exigência de blindagem de nível 7 para carros-fortes, incluindo motor e pneus, a autorização para que os vigilantes portem armas de calibre .380 em vez do .38, o uso de fuzis como o R15, AK47 ou M16 em substituição à calibre .12, e a tipificação como crime hediondo de qualquer ato criminoso contra trabalhadores de carros-fortes.

Mobilização Nacional em Busca de Mudanças

Além de Ribeirão Preto, a manifestação se estendeu a Campinas, demonstrando a abrangência da preocupação com a segurança dos profissionais do setor. O sindicato anunciou que uma manifestação nacional está programada para essa semana, com o objetivo de pressionar por mudanças no Estatuto de Segurança Privada.

O evento demonstra a urgência de abordar as vulnerabilidades enfrentadas pelos profissionais de segurança e promover um ambiente de trabalho mais seguro e protegido.

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