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Profissionais do HC protestam contra jornadas exaustivas e falta de segurança no combate à Covid

Na manifestação desta quinta-feira (16), no HC de Ribeirão, funcionários pediam reajuste salarial e melhores condições de trabal
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Na manifestação desta quinta-feira (16), no HC de Ribeirão, funcionários pediam reajuste salarial e melhores condições de trabal

Na manifestação desta quinta-feira (16), no HC de Ribeirão, funcionários pediam reajuste salarial e melhores condições de trabal

Enfermeiros do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto realizaram um protesto por melhores condições de trabalho. A manifestação expõe a difícil realidade enfrentada pela categoria, marcada por baixos salários, falta de funcionários e riscos à saúde.

Salários, quadro de funcionários e riscos à saúde

Os profissionais relatam salários defasados há anos, jornadas exaustivas e um quadro de funcionários insuficiente. A pandemia de Covid-19 agravou a situação, com muitos enfermeiros adoecendo e até mesmo falecendo. A sobrecarga de trabalho aumenta ainda mais com a necessidade de repor a carga horária dos afastados, resultando em um cenário crítico.

Falta de diálogo e ameaças

Apesar das tentativas de diálogo com a administração do hospital, os enfermeiros relatam ameaças e falta de receptividade às suas reivindicações. A manifestação surge como um apelo à população e às autoridades para que tomem conhecimento da situação e pressionem por mudanças.

Equipamentos de proteção e condições de trabalho

Embora os problemas com equipamentos de proteção individual (EPIs) e treinamento tenham sido parcialmente resolvidos, as condições de trabalho continuam precárias. Profissionais que atuam na área de Covid-19 permanecem paramentados por seis horas seguidas, enfrentando dificuldades até mesmo para necessidades básicas como ir ao banheiro ou se alimentar. Este protesto serve como um alerta sobre as condições de trabalho enfrentadas pelos profissionais de saúde.

O protesto também presta homenagem à enfermeira Luciana Santos, de 49 anos, que faleceu recentemente devido a complicações da Covid-19. Seu nome foi gritado pelos manifestantes, simbolizando a luta por melhores condições de trabalho e a memória daqueles que perderam suas vidas na linha de frente da pandemia. O caso do médico Lucas Agra, de 34 anos, internado com Covid-19, reforça a gravidade da situação.

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